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Denver Broncos nas alturas!

O estado do Colorado é famoso por suas estações de esqui, como Telluride, e pelo Denver Broncos. Muitas vezes, o orgulho por ambos se funde. Veja!

Recentemente, conheci os representantes da estação de esqui de Telluride, no estado do Colorado, EUA. Foi num jantar, aqui em São Paulo. Fiquei batendo papo com eles sobre duas paixões em comum: as montanhas e o futebol americano.

Hoje, eles me enviaram este vídeo, feito na estação de esqui de Telluride, especialmente para homenagear a equipe de futebol americano mais querida do “velho oeste”.

Amplie o vídeo para a tela toda e veja! É de arrepiar!!!

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Um jogo da NFL no Gillette Stadium!

O advogado e fã de futebol americano Rodrigo Becker conta a experiência de ver uma partida da NFL no estádio do New England Patriots

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Texto e fotos por Rodrigo Becker*

Já fiz aqui para o blog do Mancha um post sobre o jogo que vi no SunLife Stadium, em Miami. Agora, escrevo sobre a segunda partida a que assisti na temporada passada da NFL em solo americano.

Em novembro, desembarquei em Boston para Patriots x Steelers no Gillette Stadium. Esse jogo tinha um atrativo a mais: é que eu sou torcedor dos Steelers e minha mulher é torcedora dos Patriots. Então a partida veio a calhar.

Antes de falar do dia do jogo, é importante tratar sobre os ingressos. Entradas para os jogos dos Patriots estão entre as mais caras e concorridas da NFL. Por essa razão, as opções no site da NFL são poucas, e a forma mais viável de conseguir é o site StubHub.

Os ingressos – Comprei cada ingresso por U$ 250. Achou caro? Pois saiba que esses ingressos eram no Setor 312, numa das últimas fileiras (acho que tinham umas 10 fileiras acima de mim). Para se ter uma ideia, um ingresso na mesma posição no SunLife Stadium em Miami, ou no Georgia Dome em Atlanta, sai por volta de U$ 50.

Vale mencionar que o StubHub, para mim, é sempre a melhor opção. Trata-se de ingressos mais baratos porque são revendidos por aqueles que compraram o carnê para a temporada inteira, mas não podem ir a um ou outro jogo. Então revendem no site, que e é tão confiável que diversos estádios e arenas no Estados Unidos fazem propaganda dele.

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Como ir ao estádio – Para chegar ao Gilette Stadium, é muito fácil, mas também cansativo. Fácil porque basta ir à Back Bay Station ou à South Station (ambas estações centralizadas em Boston), que de lá saem trens diretos para o estádio, sem paradas. Por outro lado, é cansativo porque o Gilette Stadium não fica em Boston, mas numa cidade próxima chamada Foxborough – cerca de uma hora de viagem.

Eu comprei os tickets do trem com antecedência, do Brasil, porque li algumas pessoas dizendo que eles acabam no dia do jogo. É muito fácil, basta ir ao site, comprar, e fazer o download no próprio celular. Ou, ainda, imprimir em casa.

Lembre-se de adquirir a passagem de ida e volta, porque na volta não tem onde comprar. E atenção: esses trens só existem em dias de jogos e só saem em horário marcado. Para descobrir os horários visite este site.

A ida é muito tranquila, com o trem entupido de torcedores, mas todos sentados, sem problemas.

Antes do jogo – A chegada é numa estação em frente ao Gillette Stadium. Anda-se uns 500 metros até chegar aos portões. No caminho, havia diversas pessoas fazendo tailgate, mesmo no frio de – 2˚C.

Ao lado do estádio tem uma imensa loja dos Patriots, que vende de tudo. A loja é grande mesmo, muito maior que outras da NFL, e as filas para compra são igualmente muito grandes. Mas se você chegar cedo, é tranquilo. Lembre-se que no final do jogo é pior ainda pra comprar.

Vindo de trem, você vai entrar pelo lado do “Bank of America”. É muito legal a vista. Tem uma colina em que dá pra subir e ter uma excelente visão do estádio (veja a foto). Ao lado, diversos bares e restaurantes com telões. E eles são climatizados, pra quem não estiver a fim de encarar o frio.

Entrei no estádio pela Patriots Place Ramp. Como eu estava no setor mais alto, a caminhada é longa. E como eu fiquei muito tempo fora, batendo fotos e encarando a loja, entrei perto do jogo começar.

Aí uma cena me chamou a atenção: enquanto eu subia a rampa, começou a tocar o hino americano e diversas pessoas pararam no meio da rampa, e começaram a cantar. Eu não sou americano, então segui em frente.

Muito embora fosse alto o meu lugar, a visão era ótima. O problema foi a temperatura. Estava – 2˚C, anoitecendo, e o frio só aumentava. As pessoas levam cobertores e tudo o que for possível para focar mais confortável. E o estádio estava lotado. É que pra eles é normal assistir jogos assim.

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Comida, bebida e football! – A comida segue o padrão americano de estádios, e os preços são caros, mas também no padrão americano. Pra quem pagou R$ 13 numa Bud e R$ 10 num hambúrguer durante a Copa do Mundo, a diferença é muito pequena.

Destaque para a cerveja que vinha na temperatura ambiente e estava gelada. Assim como nos outros estados, em Massachussets, a partir do terceiro quarto, não se vende mais cerveja.

Com relação ao jogo, dei sorte e azar. Sorte porque vi um jogo em que o resultado final foi 55 x 31, cheio de touchdowns. Azar porque quem levou os 55 pontos foram os Steelers.

Admito que perdi dois touchdowns porque tinha ido comprar cerveja, mas não estava muito difícil perder algum ponto no jogo de tantos que foram marcados.

A saída do estádio foi tranquila, mas aqui há um ponto importante. O trem que volta à Boston sai com horário marcado e só tem um trem. Isso mesmo, se perder esse trem, só de taxi. Portanto, o que eu disse acima ganha ainda mais importância: não deixe para ir à loja dos Patriots no final pra não correr o risco de perder o trem, que sai 30 minutos após o apito final.

Vale ressaltar que, apesar de serem mais de 20 vagões, só tem um e, por isso, é bom chegar logo na estação pra pegar um lugar sentado na volta, pois o trajeto dura 1h.

Valeu demais a ida pra conhecer esse estádio, ícone da NFL, mas se eu pudesse, voltaria quando não estivesse tão frio por lá.

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Rodrigo Becker, 36 anos,
é advogado, mora em Brasília
e torce para os Steelers.

Saiba mais: Gillette Stadium.

 

Para agitar os fãs de futebol americano

Recém-inaugurado em Atlanta (EUA), o College Football Hall of Fame é uma atração imperdível para todos os que curtem o esporte da bola oval

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Se você gosta de futebol americano, acaba de ganhar mais uma atração para visitar quando for aos Estados Unidos. Foi inaugurado esta semana o novo Hall da Fama do Futebol Americano Universitário. E a notícia boa para os brasileiros é que ele fica em Atlanta, na Geórgia – portanto, a um simples voo direto do Brasil (a Delta Airlines, em parceria com a Gol, oferece essa opção).

O novo College Football Hall of Fame substitui o antigo, que era muito modesto e ficava no interior de Indiana. Agora está no coração de Atlanta, ao lado do célebre Centennial Olympic Park (onde se realizavam as festas durante a Olimpíada de Atlanta) e bem pertinho de três grandes atrações turísticas da cidade: o Georgia Aquarium, o World of Coca-Cola, e o CNN Center.

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Foram gastos nada menos que US$ 67 milhões para construí-lo. Ele abriga nove áreas temáticas:

  1. The Quad – Um display com nada menos que 700 capacetes de universidades de todo o país;
  2. The Playing Field – Um minicampo de futebol americano onde adultos e crianças podem brincar de lançar, chutar e correr com a bola, sempre com a tecnologia medindo os resultados;
  3. Chick-fil-A Why We Love Football – Uma supertela touchscreen de 20 metros onde você viaja pela história do esporte;
  4. Game Day Theater – Um auditório com tela de definição ultra alta, onde são exibidos jogos, documentários e filmes;
  5. Coca-Cola Fans’ Game Day – Uma exposição interativa e multimídia que mostra o jogo pelos olhos dos fãs, desde o Século 19;
  6. Kia Building A Champion – Exposição das histórias humanas que estão por trás dos grandes atletas e técnicos, com muito dos bastidores e da vida pessoal deles;
  7. AT&T Game Time – As jogadas mais famosas da história, as rivalidades e uma visita virtual 360º aos principais estádios;
  8. Chick-fil-A Building Leaders – Uma galeria dos grandes jogadores universitários que em vez de ir para a NFL se tornaram homens de destaque em várias áreas profissionais, de astronautas a políticos.
  9. College Football Hall of Fame – O hall da fama propriamente dito, ou seja, a galeria dos bustos dos imortais do esporte;

Além disso, ainda tem loja de suvenires e lanchonete. A entrada é US$ 50 para adultos e US$ 25 para crianças de 12 anos ou menos.

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Saiba mais: College Football Hall of Fame

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Super Bowl: cada vez mais perto

A cada ano aumenta o número de agências de turismo oferecendo pacotes para quem quer viajar e assistir ao maior evento esportivo dos Estados Unidos

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E o tênis se rendeu ao futebol americano! Uma das mais respeitadas agências de viagens especializadas em torneios de tênis, a Faberg Tennis Tour, decidiu expandir seu catálogo para outros esportes e começou de forma grandiosa: com um pacote para o Super Bowl, a grande final do campeonato da NFL.

Para quem não sabe, o Super Bowl é responsável pelas duas maiores audiências da TV norte-americana. No dia em que é disputado, sempre na primeira semana de fevereiro, o país do Tio Sam para. É de longe o maior evento esportivo dos EUA.

O próximo Super Bowl acontece em Phoenix (na verdade, na vizinha Glendale), no estado do Arizona, em 1º de fevereiro de 2015. A Faberg elaborou um pacote que vai de 30 de janeiro a 3 de fevereiro, que custa US$ 10.840 e  inclui:

  • Ingresso para o jogo no Level 100 (clique aqui para ver o mapa do estádio)
  • Acesso a área de hospitalidade VIP com alimentação e open bar
  • 4 noites de hospedagem em duas opções de hotéis com café da manhã e taxas inclusas
  • Jantar de confraternização
  • Passeio de balão
  • Transfers
  • Acompanhamento
  • Presente e programa oficial
  • Seguro viagem

As passagens aéreas não estão incluídas no preço, mas a Faberg tem preços especiais sob consulta.

Clique aqui para saber mais: Faberg Tenis Tours – Super Bowl

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5 programas para 2014 – parte 5

Ver um jogo da NFL em Miami,
Tampa ou Charlotte 

Pode não ser exatamente “barato”, mas esse programa é bem mais acessível do que muitos pensam. Principalmente se você começar a se planejar agora

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Eu já fiz alguns posts sobre como ver jogos da NFL nos EUA. Recomendo a leitura antes de continuar:

Bom, saiba que aquelas cidades tipicamente turísticas, para as quais você acha pacotes de viagens em conta e com pagamento parcelado, podem lhe garantir uma experiência legal num estádio de futebol americano. Estou falando de Miami e Orlando.

O Decolar.com, por exemplo, tem pacotes para Miami em outubro a partir de R$ 2613 por pessoa, divididos em 10 vezes sem juros. Já a CVC oferece opções com voos e hospedagem a partir de R$ 3100, também divididos em 10 vezes.

Preços similares existem para Orlando, que fica a uma hora e meia de carro de Tampa, onde jogam os Buccaneers. E tanto para Miami quanto para Orlando, volta e meia aparecem pacotes que são uma pechincha, às vezes na faixa de R$ 1500 por pessoa (mas é preciso ficar atento aos sites das operadoras!)

Se você torceu o nariz para essas cidades porque já as conhece ou porque Dolphins e Buccaneers tiveram temporadas ruins recentemente, há uma opção diferente: Charlotte, North Carolina, onde jogam os Panthers – um time que se destacou muito em 2013.

Há voos diretos de São Paulo para essa cidade, pela US Airways, a preços que variam em torno R$ 3000 (ida e volta). Por não ser uma cidade turística, ela tem hotéis muito em conta – os da cadeia Candlewood oferecem diárias para casal a aprtir de R$ 138 .

E os ingressos para jogos no mês de outubro, por exemplo, podem ser achados por valores a partir de US$ 50 no site www.stubhub.com.

Agora é só se planejar e realizar seu sonho de  ver um jogo da NFL in loco!

Um jogo no SunLife Stadium de Miami

O advogado e fã de futebol americano Rodrigo Becker conta a experiência de ver uma partida da NFL no tradicional estádio do Miami Dolphins

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Texto e fotos por Rodrigo Becker*

No meio do ano, resolvi fazer uma viagem de 10 dias para os EUA, com o objetivo de assistir a jogos da NFL.Analisei o calendário e fechei um roteiro que começou por Miami, em razão da facilidade de chegar à cidade, vindo do Brasil. E pela tabela da NFL: o jogo que eu pegaria no Sun Life Stadium era Dolphins x Bengals, num Thursday Night Football.

Jogo escolhido, passagens compradas, comprei os ingressos pelo Stubhub (www.stubhub.com).

Pra mim, é sempre a melhor opção. Os ingressos são mais baratos, porque eles vêm, em regra, dos “carnezistas”, aqueles que compram o carnê pra temporada inteira e não podem ir a algum jogo. Tanto que o nome do “dono” do ingresso vem impresso no seu bilhete.

Escolhi um assento quase colado ao campo, na linha lateral, porque em Miami os ingressos são mais baratos que em outros estádios da Liga, como MetLife, Gilette, Candlestick Park, etc.. Para se ter uma ideia, paguei U$ 100 pelo ingresso, que em outros estádios poderia chegar até a U$ 500 pelo mesmo local.

O jogo estava marcado para as 20h25, horário local. Saí do meu hotel, em Miami Beach, às 18h30 e em 40 minutos de carro estava entrando no estacionamento do SunLife. Vale ressaltar que não há trens para o estádio. As linhas de ônibus são poucas, portanto, o carro é principal, senão única, opção.

Algumas observações importantes:

a) No final da tarde, em Miami, em dia de semana, tem muito trânsito saindo da cidade;

b) Chegando ao SunLife, pela autoestrada, você começará a vê-lo a sua esquerda e, se não prestar atenção, perderá a entrada para os estacionamentos, que fica à direita. Aconteceu comigo e o retorno é muito longe!

c) O “parking lot” é imenso e você compra o tíquete de entrada na hora. Eu comprei de um cambista (isso mesmo, eles ficam parados na rua)o acesso ao estacionamento dos “tailgates” – aquele churrasco que os americanos fazem antes do jogo. Paguei U$30 e parei a uma distância tranquila do estádio.

No caminho para o SunLife, tinha tailgate até dizer chega. Desde os simples, com churrasqueira e muita cerveja, até uns mais elaborados, com “mini campo” de futebol americano, karaokê, e música latina à vontade.

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Antes da entrada, tinha um palco em frente à loja oficial dos Dolphins, em que tocava uma banda amadora de rock and roll.

A entrada no estádio é muito tranquila. Mas atenção à nova política da NFL: somente bolsas muito pequenas (carteiras) ou transparentes são permitidas. Tivemos que voltar ao carro para deixar uma das bolsas e a da minha máquina fotográfica quase não entrou. Acho até que passou na camaradagem dos seguranças.

Dentro do estádio, impera o padrão americano: muita comida, bebida, e quiosques de venda de produtos dos Dolphins por toda a parte. Um copão de 600 ml de cerveja sai a US$ 8, e um sanduíche (tem de todo tipo), em torno de U$ 10.

Na Flórida, os bares param de vender cerveja ao final do terceiro quarto (em NY é no intervalo), mas até lá já deu pra beber muitas Sam Adams (excelente cerveja americana).

Os lugares eram muito bons. Colados na sideline, apenas 8 poltronas atrás. A torcida é muito animada (a mais animada que vi até agora nos EUA), mas acho que muito por conta do clima (estava 25˚c naquela noite).

O estádio é grande, ainda que não esteja entre os maiores da NFL, mas as cadeiras seguem o padrão americano “estreitas e apertadas”.

Vários personagens passam pelo telão do estádio ou pelas cadeiras. Destaque para o torcedor dos Bengals de capacete, e para o highlander, de 200 anos, Hulk Hogan. Teve até pedido de casamento transmitido no telão durante o intervalo.

O jogo começou meio morno, com os Dolphins devagar, apanhando feio em todas as tentativas de descidas. Logo se animou e pareceu que daria um banho nos Bengals. Mas depois do intervalo, especialmente no terceiro quarto, os Bengals ligaram o motor e parecia que levariam.

Um fieldgoal no último segundo do jogo empatou tudo e levou pra prorrogação. A essa hora, a torcida estava delirando. Destaque para um casal mais velho, que sofria e berrava ao meu lado, como se aquela fosse uma final. Na prorrogação, a vitória veio com um “safety”, apenas o terceiro na história da NFL a servir de ponto final em uma prorrogação. Histórico.

A saída do estádio foi tranquila com um pequeno engarrafamento, mas que não demorou nada.

Valeu demais pelo jogo, pelo estádio, pela NFL, e pela facilidade de acesso.

76364_530726703633948_1695600080_nRodrigo Becker, 35 anos,
é advogado, mora em Brasília
e torce para os Steelers.

Saiba mais: http://www.sunlifestadium.com 

Como ver o SuperBowl – parte 2

Algumas agências especializadas levam brasileiros para ver o maior evento esportivo dos EUA, dia 2 de fevereiro de 2014

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Recentemente, fiz um post para quem cogita ir ao Super Bowl por conta própria. Hoje, falo sobre agências que providenciam tudo, facilitando o trabalho. Os pacotes não são baratos – espere gastar mais US$ 6000 por pessoa. Mas é uma experiência única.

Vale lembrar que o Super Bowl não se resume ao jogo em si. Durante toda a semana, a cidade sede vira um “parque temático de futebol americano”. Há dezenas de eventos gratuitos e outros pagos (alguns inclusos nos pacotes).

A lista de eventos ainda não foi divulgada, mas fique atento a este link, onde em breve deve haver novidades. E há um vídeo sobre como Nova York e Nova Jersey estarão. Veja no final do post.

Cada agência tem um pacote diferente. Eu selecionei três que estão há mais tempo divulgando. Confira os detalhes nos links abaixo:

Boa viagem e bom jogo!

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O BAR DOS FÃS DE FUTEBOL AMERICANO

INDIANAPOLIS COLTS GRILLE – Indianapolis (EUA)

 

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Um dos maiores e melhores bares temáticos de esportes do mundo é parada obrigatória para quem passa pela capital da velocidade
UPDATE: Infelizmente, foi fechado no final de 2017
Mas deixo o post a título de curiosidade

Não é segredo para ninguém que eu sou um americanófilo inveterado. Viajei mais de 15 vezes à terra do Tio Sam e sempre que estou lá tento aproveitar ao máximo o que há de bom (sim, eu sei que tem muita coisa ruim também).

Pois bem, uma das grandes invenções dos estadunidenses é o “Sports Bar”. E, com toda sinceridade, nunca vi um tão majestoso quanto o Indianapolis Colts Grille.

Ele fica bem no centro da cidade, a poucos metros do Lucas oil Stadium, permitindo aos torcedores dos Colts frequentá-lo antes e depois dos jogos. Ou durante.

O lugar é gigantesco, dividido em 5 ambientes, com 66 telas de TV de até 100 polegadas cada mostrando esportes. Nas sextas e sábados, vira também uma balada, com DJ e muita música rolando nos altofalantes até as 2h da manhã.

O Indianapolis Colts Grille não é dedicado só a futebol americano. Todos os esportes são exibidos nos telões, sobretudo o automobilismo, já que fica na Capital da Velocidade, a poucos quilômetros da pista e do museu das 500 milhas, conforme você pode ver nesta reportagem.

 

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Crédito das fotos: Indianapolis Colts Grille

Obviamente, porém, os fãs da NFL são os mais frequentes por ali. O bar oferece até promoções para grupos que quiserem fazer draft de fantasy football ou outros eventos relacionados ao esporte de Andrew Luck…

Comida de primeira – Uma falha comum nos sports bars é a qualidade do menu. Pois saiba que o Colts Grille não comete esse erro. O cardápio de comidas e bebidas é muito variado e os pratos, preparados com capricho, ingredientes de primeira e tempero na medida. Há desde os tradicionais burgers até iguarias como salada de camarões (confira as fotos). Tudo por preços entre US$ 10 e 30.

Há ainda 40 tipos de cervejas, 32 rótulos de vinhos e uma infinidade de drinques, que vão dos martinis legitimamente americanos às sangrias tipicamente espanholas.

Semana que vem, haverá uma grande festa para o kickoff da temporada 2013/14 da NFL. Pena que não haja voos diretos entre o Brasil e a terra dos Colts, dos Pacers e do Indy Motor Speedway…

 

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Indianapolis Colts Grille – 110 W. Washington Street, Indianapolis, IN, EUA

  • Para crianças? Em termos. Os pequenos não podem frequentar o balcão ou andar sozinhos pelo bar
  • Romântico? Não
  • Formal? Não
  • Ambiente (de 1 a 10): 9
  • Gastronomia (de 1 a 10): 7
  • Carta de vinhos (de 1 a 10): 6 (* ver obs. no rodapé da página)
  • Hospitalidade (de 1 a 10): 9

Saba mais: www.indianapoliscoltsgrille.com

Confira um vídeo que fiz lá quando cobri o SuperBowl no começo de 2012:

* OBSERVAÇÕES:

CARTAS DE VINHOS – critério de avaliação

Eu não sou enólogo, nem sommelier. Apenas gosto de vinhos. Por isso, meu critério de avaliação é bem particular.

Toda carta começa com nota 10. E vou subtraindo pontos conforme os critérios abaixo:

  • Quantidade: 1 ponto subtraído caso tenha menos de 60 rótulos, 2 pontos subtraídos caso tenha menos de 40 rótulos
  • Abrangência: 1 ponto subtraído para cada continente não contemplado na carta.
  • Preço e taça: 1 ponto subtraído para cartas sem opção de vinho na taça e sem alternativas de preço em todas as faixas.
  • Apresentação: 1 ponto subtraído para cartas confusas; 1 ponto subtraído caso não haja sommelier ou garçom preparado.

Se você discorda ou tem uma sugestão, por favor, fale! Seu comentário será muito bem recebido.

UM RESTAURANTE COM DNA DE CAMPEÃO

SHULA’S STEAK HOUSE  – Tampa (EUA)

 Pertencente a um dos maiores técnicos da história do futebol americano, este restaurante especializado em carnes é ao mesmo tempo chique e na medida para fãs de esportes

Se você curte esportes americanos, já deve ter ouvido falar de Don Shula. Esse filho de húngaros radicados nos Estados Unidos foi um dos maiores técnicos de futebol americano da história. Aliás, seus feitos transcendem esse esporte. Ele conseguiu a façanha de levar seu time, o Miami Dolphins, a ser campeão em 1972 sem perder ou empatar um único jogo em todo o campeonato – só vitórias do começo ao fim.

Shula se aposentou em 1995 e decidiu montar um restaurante: o Shula’s Steak House. Pois sua iniciativa gastronômica foi tão vitoriosa que hoje são 30 unidades espalhadas pelos Estados Unidos, divididas em 5 marcas. E ainda uma rede de lanchonetes com 5 unidades.

Visitei a filial de Tampa, na Flórida, e foi uma agradável surpresa. A Shula’s Steak House do Hotel Intercontinental nem é uma das mais badaladas, mas, ainda assim, impressiona pela excelência, pelo menu refinado e pelo sabor dos pratos.

O forte são as carnes (veja o menu), produzidas em fazendas próprias em Nebraska, e servidas em diversos cortes. O new-york-strip equivale ao nosso contra-filé. Isso na teoria, porque para mim parecia saboroso e macio como o legítimo filé mignon, principalmente quando acompanhado do molho de vinho tinto e ervas.

Há também muitas opções de frutos do mar, como as twin-lobster-tails – nacos das partes nobre da lagosta preparados na manteiga e no molho adocicado de limão. Ele consta no menu como “entrada”, mas muita gente pede como prato principal.

E, num lugar assim, claro que há muitas referências esportivas: galeria de troféus, fotos históricas, camisas de times, bolas autografadas por lendas do esporte – tudo isso espalhado pelas paredes.

Mas não pense que é um “sports bar” comum, daqueles em que você vai de bermuda e camisa do seu time para tomar uma cerveja. Nada disso. O Shula’s Steak House, a despeito da inspiração esportiva, é um restaurante de estirpe, que exige dress code adequado e tem preços condizentes com a elegância.

Ganhou em 2012 o prêmio “Award of Excelence” da revista americana Wine Spectator. Uma combinação difícil de dar certo, mas que funcionou tão bem quanto o Miami Dolphins da temporada de 1972 da NFL.

Veja um vídeo sobre a unidade pioneira do Shula’s Steak House

Shula’s Steak House – Hotel Intercontinental Tampa e outras 29 localidades – Data da visita: outubro 2011

  • Para crianças? Não
  • Romântico? Se ambos gostam de esportes, sim
  • Formal? Sim
  • Ambiente (de 1 a 10): 9
  • Gastronomia (de 1 a 10): 9
  • Carta de vinhos (de 1 a 10): 9 (só faltaram opções sul-americanas) (* ver obs. no rodapé da página)
  • Hospitalidade (de 1 a 10): 8

Saba mais: www.donshula.com

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* OBSERVAÇÕES:

CARTAS DE VINHOS – critério de avaliação

Eu não sou enólogo, nem sommelier. Apenas gosto de vinhos. Por isso, meu critério de avaliação é bem particular.

Toda carta começa com nota 10. E vou subtraindo pontos conforme os critérios abaixo:

  • Quantidade: 1 ponto subtraído caso tenha menos de 60 rótulos, 2 pontos subtraídos caso tenha menos de 40 rótulos
  • Abrangência: 1 ponto subtraído para cada continente não contemplado na carta.
  • Preço e taça: 1 ponto subtraído para cartas sem opção de vinho na taça e sem alternativas de preço em todas as faixas.
  • Apresentação: 1 ponto subtraído para cartas confusas; 1 ponto subtraído caso não haja sommelier ou garçom preparado.

Se você discorda ou tem uma sugestão, por favor, fale! Seu comentário será muito bem recebido.

Um jogo no MetLife Stadium

O advogado e fã de futebol americano Rodrigo Becker conta a experiência de ver uma partida da NFL no incrível estádio dos times de Nova York

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Texto e fotos: Rodrigo Becker

Assistir a um jogo no MetLife Stadium é sensacional.  O estádio, segundo mais moderno dos Estados Unidos, é a casa de dois times de futebol americano: New York Giants e New York Jets. Além disso, é palco constante de outros eventos esportivos (a seleção brasileira jogou recentemente lá) e de grandes shows musicais.

Mas uma partida da NFL é incomparável. Os americanos fazem de um jogo a diversão do final de semana.

Passei 10 dias em Nova York. Mas antes de pegar o avião, tomei o cuidado de conferir o calendário da liga em www.nfl.com. Nos dois finais de semana que estaria por lá haveria jogos da NFL. Jets no primeiro e Giants no segundo final de semana.

A escolha do jogo baseou-se no preço dos ingressos. Como os Giants eram os atuais campeões do Super Bowl (a final da NFL), os ingressos para os seus jogos eram mais caros. Então optei pelos Jets.

E aqui vai uma dica: compre ingressos para qualquer evento esportivo nos Estados Unidos no site www.stubhub.com. Funciona como uma revenda: pessoas que já tinham o ticket repassam a você, seja porque desistiram de ir, seja porque adquiriram o carnê para a temporada inteira e não podem ir a algum jogo específico.

É fácil, mais barato, e muito confiável. Você imprime em casa, e ainda escolhe a poltrona, analisando a vista que terá do campo conforme o lugar escolhido no estádio ou ginásio (conforme o Mancha mostrou neste post).

Comprei o ingresso por US$ 80 para um jogo entre New York Jets e San Diego Chargers (pelo site oficial da NFL, eu teria pagado 100). Para se ter uma ideia, no jogo dos Giants, um ingresso para o mesmo local custava US$ 200.

Chegar ao estádio parece ser complicado, mas não é. Além de ser divertido, não demora muito. O Metlife Stadium fica em New Jersey, numa região chamada Meadowlands, onde há várias outras estruturas esportivas, incluindo uma pista de corrida de cavalos.

O ponto de partida é a estação Penn Station, em Manhattan. Chegando lá, procure pelas placas “NJ Transit”, que te levarão até o local de onde saem os trens para New Jersey. Tem placa em todo lugar. Dirija-se a uma maquina automática ou a um guichê e compre o ticket para “Meadowlands Complex”. Fácil assim.

Para achar os portões de embarque, nem precisa procurar: basta seguir a multidão de torcedores uniformizados que estará se dirigindo para o mesmo lugar que você. O trem vai cheio e os torcedores fazendo festa e bebendo, mas tudo com tranqüilidade.

Depois de 20 minutos, o trem para em Secaucus, que é uma estação enorme em New Jersey, espécie de hub para a saída de trens para todo e qualquer lugar. De lá, você tem duas opções: segue a multidão ou as placas para “Meadowlands Complex“. Dá no mesmo. De Secaucus para Meadowlands partem trens a cada 10 minutos em dias de jogo. A viagem leva 15 minutos e te deixa absolutamente na porta do estádio.

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Você desce do trem, anda alguns passos e já está nos portões de acesso, onde terá que apresentar o se ingresso e passar por uma revista. Aí é só procurar o lugar e sentar. Têm funcionários por todo o lado e achar o assento é muito fácil.

Lá dentro, o estádio é simplesmente fantástico. São 4 telões de última geração, sem contar o painel eletrônico que circunda o segundo anel com informações atualizadas sobre os jogos em andamento e sobre as estatísticas do jogo.

Havia várias lojas de produtos dos Jets. Comprei uma camisa e um imã por lá. No intervalo, fica inviável, pois lota. Mas no começo ou no fim, é tranquilo.

A variedade de estabelecimentos para comprar comida e bebida é surreal. Tem de tudo, desde o famoso hot dog americano até um sanduíche com carne moída (eu comi, mas não era grande coisa).

Cerveja tem de todo o tipo, e o preço nem é tão abusivo. Pra quem foi à Copa das Confederações no Brasil e bebeu Budweiser, é o mesmo preço.

Vale ressaltar que uma lei do estado de Nova Jersey proíbe que se venda cerveja depois de começar o segundo tempo da partida. Por essa razão, vocês verão vários torcedores com 5 ou 6 latas na mão para tomar no restante do jogo. Perguntei à atendente a razão da proibição, e ela disse que era pra evitar acidentes de carro.

A visão da arquibancada é excelente, mesmo que você fique no nível mais alto. Mas eu aconselho pagar um pouco mais e procurar um lugar mais para baixo. É mais emocionante.

Vi alguns poucos torcedores dos Chargers. Perto de mim tinha um casal, ela chargers, ele Jets. Tudo muito tranquilo.

Quanto ao jogo, um time comandado por Mark Sanchez não tem nada de mais a apresentar, e nesse jogo isso ficou evidente. Os Chargers viraram o jogo no segundo tempo e, no último quarto, depois de um erro de ataque, a torcida “encheu o saco” e foi embora.

Eu fiquei até o final e posso dizer que a volta foi muito tranqüila também. Muita gente, mas é só aguardar o próximo trem.

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Rodrigo Becker, 35 anos,
é advogado, mora em Brasília
e torce para os Steelers.

Saiba mais: MetLife Stadium