Suíça: Paraíso de verão

Não faltam atividades e atrações esportivas no país alpino quando a temperatura sobe, sobretudo em seus agradáveis lagos

Adaptação da reportagem publicada na edição 42 da revista Viajar pelo Mundo

(Clique aqui para ir diretamente às atrações esportivas)

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Suíça é sinônimo de frio, neve e esqui, correto? Nem tanto. É verdade que o país encravado no meio da Europa ficou mundialmente famoso por seus redutos alpinos que lotam no inverno, mas, conforme a neve derrete e o verão se aproxima, milhares de possibilidades de lazer se abrem. Apesar de ocupar menos de 0,5% do território europeu, a Suíça concentra 6% de toda a água do continente. São mais de sete mil lagos e 120 geleiras (que dão origem a rios caudalosos nos meses quentes).

Não foi à toa que, no ano passado, o órgão oficial de turismo do país criou um guia com 150 “experiências aquáticas” que o turista pode ter por ali – de aventuras como rapel em cascatas até passeios relaxantes de barco pelos cursos d’água que banham as principais cidades – Zurique, Genebra, Lucerna e Lausanne. Veja a seguir algumas das atrações que você pode curtir no próximo verão.

GENEBRA – Conhecida como “a Capital da Paz”, Genebra celebrizou-se por ser a sede europeia da ONU e uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta. Quem a visita logo percebe seu caráter cosmopolita – cerca de 40% de seus 190 mil habitantes são estrangeiros. Situada pertinho da fronteira com a França, é também uma metrópole que causa inveja nas demais da Europa: está encravada entre lago e montanha, de frente para o icônico Mont Blanc, o mais alto pico do continente, com seus 4.810 metros. E tem ainda seu gigantesco chafariz, o Jet d’Eau, jorrando água a 140 metros – uma altura equivalente à de um prédio de 40 andares.

Duas imagens que dificilmente o turista esquece. Tudo isso faz dela um destino turístico de primeira grandeza, muito propício a ser explorado a pé ou usando o excelente sistema de transporte público, com as atrações quase sempre próximas umas das outras. Assim, é fácil, por exemplo, desvendar numa caminhada a Vieille Ville (Cidade Velha), o local mais procurado pelos turistas.

Ali ficam dezenas de construções históricas, como a centenária Cathédrale St-Pierre, lugar de importância para todas as vertentes do cristianismo, por ser sede do interessantíssimo Museu da Reforma Protestante.

Também se destacam o Palais des Nations (atual sede da ONU), o Museu Ariana (um dos melhores do mundo no campo da arte em cerâmica e vidro) e o Parc des Bastions, uma das mais agradáveis áreas verdes de toda a Europa, repleta de castanheiras e pontuada por estátuas e monumentos.

Essas atrações podem ser conferidas o ano todo. Mas, no verão, é o Lago Genebra (também chamado de Lago Léman) que ganha os holofotes. Além de banhar a cidade, ele serve de ligação com outras localidades, como Montreux, Vevey e Lausanne.

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Há seis balneários num raio de cinco quilômetros do centro. E, por balneário, entenda-se um clube aberto a não-sócios, onde existe praia artificial, piscinas, saunas, spa, restaurante e bar à beira da água. Os melhores deles ficam em Geneve Plage (que significa “Praia de Genebra”). E ali ainda dá para aprender e praticar windsurfe, esqui aquático e wakeboard – esportes que quase ninguém associa a um país “alpino”.

Quem prefere juntar diversão e conhecimento pode ir um pouco mais longe: a 17 quilômetros do centro fica a vila de Nyon. Trata-se de uma antiga fortificação do Império Romano e, portanto, um recanto histórico – só que repleto de praias. É bom lembrar que são praias ao estilo suíço: bem pequenas, com pedriscos em vez de areia e grama em boa parte.

Quase sempre elas têm uma piscina pública junto – de água aquecida, para contrabalançar o geladinho do Lago Genebra. E também vestiários, bares e restaurantes descolados na orla. Os fãs de aventura têm à sua disposição as empresas que levam para fazer rafting e canoagem nos rios da região – que ficam pra lá de agitados no verão, graças ao degelo dos Alpes. Dois deles se destacam: os rios Arve e Rhone, onde a adrenalina é garantida.

Agora, para quem tem crianças, a grande pedida é ir ao AquaPark, em Bouveret, a 60 quilômetros do centro. O trajeto pode ser feito tanto por estrada quanto de barco pelo lago – que, convenhamos, é muito mais charmoso. Uma vez no parque, prepare-se para experimentar o “Caribe suíço”.

É assim que o lugar é conhecido, graças às suas dezenas de piscinas internas e externas de águas quentinhas. Há escorregadores e tobogãs de todos os tipos, inclusive o assustador Booster Loop, um percurso em que o visitante desliza a 80 quilômetros por hora, atingindo 3G em algumas curvas – isto é, uma força equivalente a três vezes a gravidade. Divertido e radical!

ZURIQUE – A maior metrópole da Suíça é também a mais vibrante e cheia de atrações. Cerca de 390 mil pessoas vivem neste centro de negócios, ciência e cultura – são mais de 50 museus e aproximadamente 100 galerias de arte, além de ruas comerciais repletas de lojas de grifes internacionais, vida noturna extravagante e gastronomia multi étnica.

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Como em quase todas as cidades suíças, dá para fazer muita coisa a pé – Zurique é plana e arborizada, bem agradável para caminhar. Mas quem preferir pode usar o excelente sistema de bondes, ônibus e trens urbanos – que têm suas tarifas unificadas pelo Swiss Pass – bilhete único que vale para quase todo o país, convém dizer.

Assim, você chega facilmente a lugares como o Museu Nacional Suíço, alojado num edifício de mais de 100 anos, que lembra um castelo de conto de fadas. Ele contém a mais completa coleção de objetos relativos à história da Suíça – das espadas usadas por cavaleiros helvéticos na época da fundação do país, em 1291, aos trenós de gelo dos atletas das olimpíadas de inverno de 2010.

A história, vale dizer, pode ser igualmente apreciada fora dos museus, sobretudo em Altstadt – o centro velho. Ali, por exemplo, fica Augustinergasse, a belíssima região formada por ruazinhas estreitas, com casinhas coloridas erguidas, em sua maioria, há mais de 700 anos. Ou, ainda, nas icônicas igrejas Fraumünster e Grossmünster, respectivamente construídas nos séculos 9 e 12.

Só isso já seria suficiente para atrair visitantes a Zurique em qualquer época do ano. Mas sua posição geográfica melhora ainda mais as coisas: ela é cortada por um rio, o Limmat, e banhada por um lago, o Zurique. Não é de se admirar que, nos meses quentes, o lazer aquático desabroche nesse cenário de rara beleza, com os Alpes ao fundo.

Entre junho e setembro, pequenos balneários são abertos às margens do lago. O mais célebre é o Enge Seebad. Por 27 francos (cerca de R$ 60), o turista pode passar o dia nas piscinas aquecidas, a alguns passos da orla. A ideia é “brincar” com o choque térmico, indo das águas morninhas das piscinas (30 ºC) às “fresquinhas” do lago (em torno de 20 ºC no verão). Também há sauna, spa com especialistas em shiatsu, aulas públicas de yoga e, claro, um bar no deque. Detalhe: os clubes ficam abertos até depois que o sol se põe, o que significa mais de nove da noite.

Há também bares, como o Barfussbar, que mistura piscina, pista de dança, música ao ar livre e muita animação. Quem não quiser gastar dinheiro, porém, pode simplesmente curtir as áreas gramadas ao redor do lago – elas se tornam ponto de encontro de patinadores, banhistas e artistas de rua.

Por sinal, no verão, os calçadões que margeiam o Lago Zurique ficam tomados por alegres feirinhas e eventos culturais. A exemplo do Tropical Caliente, um festival de música latina que ocorre sempre mês de junho. Ou do Zurich Festival, em que concertos e óperas são encenados ao ar livre, em julho.

E, ainda, o Streetparade, um dos maiores encontros de música tecno do mundo, que se realiza às margens do Rio Limmat, com direito a mergulhos constantes para refrescar o calor da dança. Ele atrai um milhão de turistas todos os anos – a próxima edição será em 11 de agosto.

Finalmente, para a criançada, há o Alpamare – o maior parque aquático indoor da Europa. São 11 escorregadores de todos os tipos, dos mais relaxantes aos mais radicais, totalizando 1.640 metros de percursos aquáticos. Também há piscina de ondas, saunas e solário com uma vista fantástica do lago e dos Alpes. O frio, ali, passa longe.

LAUSANNE – Talvez não haja na Suíça uma cidade tão “jovem” quanto Lausanne. Não em idade, mas em espírito. Situada a 60 quilômetros de Genebra, na margem norte do Lago Léman, ela abriga diversas universidades, o que atrai milhares de estudantes.

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Graças a isso, tem a noite mais quente da Suíça, sobretudo nos  meses de verão. Também é uma “capital do esporte”, pois lá estão as principais confederações esportivas do planeta, além da sede do próprio Comitê Olímpico Internacional. Sem contar que serve de porta de entrada para algumas das melhores pistas de esqui da Europa. Faz sentido esperar que Lausanne “ferva” durante o ano todo.

No verão, não é diferente. Mas antes de enveredar pelas atividades típicas dos meses em que não há neve, vale lembrar aqueles passeios que são obrigatórios em qualquer estação. A grande população de estudantes de Lausanne fez do distrito de Le Flon um reduto de cultura alternativa e vida noturna intensa. Ao contrário dos outros bairros, ali tudo parece ser novo – resultado de um projeto de revitalização iniciado em 1999. Desde então, brotaram galerias de arte, lojas, salas de cinema, pubs e praças que lotam de habitantes locais, turistas e artistas de rua.

De lá, pode-se caminhar facilmente à Cidade Velha, onde os fãs de arquitetura encontram um verdadeiro portfólio de estilos a céu aberto. E aqui vale dizer que, se não quiser enfrentar o sobe e desce das colinas, o visitante pode usar o moderníssimo metrô, com nada menos que 28 estações numa área onde vivem apenas 140 mil pessoas.

Na Cidade Velha, destacam-se 46 edifícios listados como patrimônios históricos da Suíça, além da mais bem preservada igreja gótica do país. É a Catedral de Notre Dame, construída entre 1170 e 1240. Um templo que resistiu a guerras, às revoltas da Reforma Protestante e às intempéries. E menos de 10 minutos a pé dali surge o Palais de Rumine, uma obra-prima da arquitetura neorrenascentista, que abriga nada menos que cinco museus – inclusive o de Arqueologia, com objetos de mais de 2000 anos.

Mas quando o assunto é museus, não há rival para aquele localizado junto à sede do Comitê Olímpico Internacional, no distrito de Ouchy. Quem gosta de esportes sai do Museu Olímpico maravilhado, com o acervo de mais de 10 mil peças, entre troféus, medalhas, fotos, roupas e equipamentos usados por atletas nas 30 edições dos Jogos Olímpicos realizadas desde 1896.

Uma grande reforma está sendo feita desde meados de 2012 e a previsão de reinauguração é para final deste ano. Por isso, boa parte da coleção foi deslocada para o MS Helvétie, um navio histórico ancorado no Lago Léman, bem em frente ao museu.

Barcos, aliás, são o que não falta em Ouchy, e isso torna a paisagem particularmente bonita no verão. Principalmente porque a maioria deles se dedica a levar turistas por agradáveis navegações pelo Lago Léman. Caso do La Vaudoise, um veleiro cheio de glamour, construído em 1932, a bordo do qual, por 70 francos, você pode navegar até os pontos mais inspiradores das imediações. Os passeios duram, em média, três horas, e incluem degustação de vinhos e uma refeição.

Ouchy, alguns dizem, é uma espécie de “Copacabana suíça”, num nítido exagero, já que não há prédios de frente para a água, mas sim mansões, museus e restaurantes. Antigo centro pesqueiro, hoje ela vê seus calçadões beira-lago tomados por patinadores, gente sarada, skatistas e turistas dispersos pelos seus gramados.

E, para as crianças, há uma alternativa de lazer incrivelmente gostosa: os pédalos et toboggan, que podem ser alugados nos clubes públicos. Tratam-se de pequenos barcos movidos a pedal, com um escorregador de dois metros de altura adaptado. Ou seja, é possível ir aonde quiser no lago e depois brincar de escorregar lá de cima.

O local mais agradável para alugar um pédalos et toboggan é Vidy, a maior praia do lago Léman – e no estilo tropical, com areia em vez de pedriscos ou grama no chão. Para nossa alegria, há churrasqueiras públicas, campo de futebol e quadras de vôlei de praia. Por sinal, todos os anos, no verão, acontece uma etapa do circuito mundial desse esporte aqui (e os brasileiros venceram três das últimas seis edições). Uma prova de que a comparação com Copacabana não é de todo descabida.

LUCERNA – Pequena e charmosa, a cidade medieval de apenas 76 mil habitantes é um recanto cheio de paz e paisagens agradáveis. Entrou para o imaginário popular graças à lenda de Guilherme Tel, o arqueiro-herói que teria realizado muitas de suas façanhas ao sopé do Monte Pilatus, com seus 2.t128 metros de altura.

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Não se sabe se Guilherme Tel realmente existiu, mas o passado de glórias de Lucerna, este sim, é bem concreto. Basta notar a beleza da Kapellbrücke, talvez a mais notável ponte de madeira medieval do mundo. Situada sobre o Rio Reuss, foi erigida em 1333, tendo ao longo dos seus 204 metros nada menos que 112 pinturas datadas do início do século 17 – um verdadeiro tesouro artístico.

Numa das extremidades da ponte está o cartão-postal da cidade. É a Torre de Água, uma construção octogonal de madeira, chamada em alemão de Wasserturm e idealizada no século 13 para servir de fortificação contra os invasores que tentavam pilhar Lucerna vindos pelo rio.

É agradável caminhar despreocupadamente dali até as estreitas vielas do centro velho, onde despontam as torres gêmeas da Igreja de St. Leodegar, padroeiro da cidade. Original- mente construída no ano 735, a estrutura foi refeita em 1633 em estilo renascentista, com um capricho que fascina a todos.

Mais procurada do que ela, só o curioso Monumento do Leão – uma escultura feita na lateral de um desfiladeiro em Lowenplatz. A motivação do escultor Bertel Thorvaldsen foi nobre: homenagear os guardas suíços mortos na invasão do Palácio das Tulherias, em Paris, durante a Revolução Francesa, em 1792.

Todas essas atrações podem levar a crer que Lucerna vive do passado. Nada mais falso. Ela tem lugares que exalam modernidade, como o Museu dos Transportes, com seus aviões e seus recursos tecnológicos, incluindo um planetário e salas de cinema iMax – perfeitas para quem viaja com crianças.

Ou então a mais nova atração dos meses quentes: o Saphir, um iate ultramoderno que leva turistas em tempo recorde aos pontos mais bacanas do Lago Lucerna, como o sopé do Monte Pilatus ou a base do Monte Rigis. Para não falar das mansões dos ricos e famosos que moram na orla do lago. O Saphir é o que os suíços chamam de “cruzeiro panorâmico”, dotado de um sistema de audioguias em 11 línguas.

Os mais afeitos a aventuras e esforço físico podem optar pelos passeios a pé ou de bike pela natureza. Quando a neve vai embora, os arredores de Lucerna revelam 250 quilômetros de trilhas para explorar caminhando ou pedalando – algumas radicais, que conduzem aos cumes alpinos.

E mais: por 150 francos (cerca de R$ 350) você pode voltar deles voando. Sim, essa é uma das regiões mais propícias da Europa para a prática de paragliding. Há diversas operadoras locais que oferecem voos tanto para iniciantes quanto para quem já domina o pára-quedas. Uma delas, a Paragliding Luzern, tem uma opção com adrenalina de sobra: o voo partindo do alto do Monte Pilatus – algo que só pode ser realizado no verão, obviamente. É aventura demais para você? Tudo bem. Os dias quentes também podem ser de sossego.

A dica nesse caso é ir ao Lido Luzern, a praia artificial mais badalada dos arredores. Não bastasse a faixa de areia de 300 metros à beira do lago, o complexo tem piscinas, bares, restaurantes, playground para a criançada, quadras de volêi de areia, campo de futebol e, no pico da estação, aulas de esportes náuticos como vela, windsurfe e wakeboard. Tudo isso com vista para as montanhas nevadas dos Alpes. Por mais incrível (e delicioso) que pareça.

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DICAS DO PAULO – SUÍÇA

Moeda | Franco suíço (CHF) = R$ 2,26

Fuso Horário | 3h a mais em relação ao horário de Brasília.

Clima | O verão vai de junho a setembro, com máxima de 30 ºC. No inverno, de novembro a março, a mínima atinge -11 ºC, com muita neve.

Na internet | swissinfo.ch

ZURIQUE

Parque Aquático Alpamare (Pfä_ kon, s/nº, alpamare.ch) O maior parque aquático indoor da Europa tem piscina com ondas e toboáguas de vários tamanhos. De segunda a quinta, das 10h às 22h; sextas e sábados, das 10h às 23h. Domingos, das 10h às 21h. Entrada: CHF 47,30 (adultos) e CHF 38,30 (crianças de 6 a 15 anos).

Passeio em Altstadt (altstadt-zuerich.ch) As transformações de Zurique ao longo da história podem ser vistas na região do centro histórico – Altstadt, Oberdorf e Niederdorf.

Passeio de barco – Lake Zürich Navigation Company (Postfach 624, zsg.ch) Passeios de barco pelo lago de Zurique, com várias opções de roteiro. De segunda a sexta, das 8h às 17h. Preço: consulte o site.

Bar e disco Barfussbar (Stadthausquai 12, barfussbar.ch) Piscina, terraço, música ao ar livre, boas bebidas é um ótimo lugar para descansar no verão suíço. Fechado no inverno, reabre em maio.

Restaurante Bierhalle Kropf (In Gassen 16, zumkropf.ch) O clássico restaurante já deve ser visitado por sua impressionante arquitetura, mas não deixe de experimentar o Apfelstrudel.

GENEBRA

Rafting (Avenue de la Jonction ou Sentier des Saules, rafting-loisirs.ch) Oferece atividades aquáticas diversas nos rios da região. Diariamente, das 14h às 18h. Preços: consulte o site.

Praça Bourg-de-Four (Entre a rue Verdaine e rue des Chaudronniers, rue Etienne-Dumont) A praça mais antiga de Genebra tem uma fonte, cafés e sorveteria ao redor, sendo uma das mais movimentadas no verão.

Parque aquático AquaPark (Route de la Plage 122, Le Bouveret, aquaparc.ch) Parque aquático com piscinas indoor eoutdoor, toboáguas e espaços temáticos. Horários: consulte o site. Entrada: CHF 49 (adultos) e CHF 39 (crianças de 5 a 15 anos).

Passeio de barco no Lago Genebra (cgn.ch) A empresa CGN tem passeios pelo lago e leva para ver de perto o famoso chafariz Jet d’Eau, de 140 metros de altura. Horários e valores: consulte o site.

Restaurante La Coupole (Rue du Rhône 116, lacoupole.ch) Conhecido por seu ambiente descontraído, onde o público jovem vai para beber e comer aperitivos.

LAUSANNE

The Olympic Museum (Quai d’Ouchy 1, olympic.org/museum) Conta toda a história das olimpíadas da era moderna. Em fase de reforma até 2014, parte da exibição está sendo feita em um navio no lago. Diariamente, das 10h às 16h. Entrada: CHF 8.

Navio La Vaudoise (Amarração “LA Vaudoise” em frente à estação de metrô na Ouchy, lavaudoise.com) O barco de 1932 leva para conhecer as águas do Lago Léman e as belas construções de suas margens. Diariamente, saídas às 19h; sábados, saídas às 15h. Entrada: CHF 70

Hotel Starling Lausanne (Route Cantonale 31, shlausanne.com) Charmoso e acolhedor, oferece quartos com ar condicionado e wi-fi. Tem um pequeno restaurante com pratos da região. Diárias a partir de € 153, sem café da manhã.

Tribeca Restaurant (Place de la Riponne 4, tribeca-lausanne.ch) Cozinha criativa, que serve pratos suíços, acompanhados por uma rica carta de vinhos.

LUCERNA

Passeio no Iate Saphir (Werftestrasse 5, lakelucerne.ch) O moderno iate para 40 pessoas faz passeios que duram de duas horas a um dia inteiro, conforme a programação. De segunda a sexta, das 8h às 17h. Valores: consultar o site.

Praia Lucern Lido (Lidostrasse 6a, lido-luzern.ch) Espaço praiano com restaurantes, área de lazer e lugares para tomar sol. Diariamente, das 10h às 19h. Entrada: CHF 7 (adultos), CHF 4 (crianças de 6 a 16 anos).

Hotel Monopol Luzern (Pilatusstrasse 1, monopolluzern.ch) Localizado no centro, o hotel em estilo palaciano oferece quartos amplos com varanda, TV de tela plana, minibar e wi-fi. Diárias a partir de € 163, com café da manhã.

Fondue House (Eisengasse 15, fondue-house.ch) O chalé aconchegante oferece uma variedade de fondues, muitos feitos de acordo com originais da casa.

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