Vai viajar? Faça seu checklist (parte 2)

Nesta parte 2 das dicas de viagem, tudo aquilo que você precisa lembrar se for praticar esportes ou atividades físicas na sua viagem ao exterior

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Este post está dividido em 3 partes:

1) Dicas para todo tipo de viagem

2) Dicas para quem vai praticar esportes 

3) Dicas para quem vai ver eventos esportivos 

 

 

Parte 2: Dicas para quem vai praticar esportes 

Equipamentos

São diversas as precauções que você deve tomar antes de embarcar. Confira:

  1. Tamanho faz diferença! Se você vai levar bicicleta, prancha de surfe, esquis ou qualquer equipamento grande, pare tudo o que está fazendo e ligue agora para a companhia aérea! Sim, há regras especiais (veja o caso das bicicletas na Gol) e, se você não cumpri-las, pode nem conseguir embarcar.
  2. E os pequenos? E se meu equipamento é pequeno? Raquetes de tênis ou capacetes, por exemplo? Mesmo assim, vale a pena entrar em contato com a companhia aérea. Os critérios variam muito. No caso das raquetes e dos capacetes, por exemplo, algumas permitem levar como bagagem de mão, outras exigem que sejam despachadas no compartimento de carga.
  3. Todo cuidado é pouco – Uma pequena avaria na bike, prancha, esqui, raquete ou seja lá o que for pode arruinar seus planos na viagem. Então não economize na proteção de seu equipamento. Compre o melhor case que existir, embale com todo cuidado, com muito plástico bolha, muita silver tape e excesso nas pontas e saliências. Alías, desmonte o que for possível. Tenha em mente que os funcionários que levam e trazem as bagagens para os aviões não são as pessoas mais cuidadosas do mundo…
  4. Burocracias mil… Dependendo do país para onde você vai, seu equipamento pode ter restrições de alfândega. Principalmente se for (ou tiver cara de) novo. Consulte antes o site de “customs” do destino de sua viagem e preencha a papelada que for necessária. E sempre, sempre leve sua nota fiscal original.
  5. Confira logo ao chegar – Pegou seu equipamento na esteira? Abra imediatamente e confira se está tudo OK. Porque as companhias aéreas não aceitam reclamações depois que você sai da área de desembarque. Se houver algo quebrado ou faltando, vá direto ao balcão de reclamação, que sempre fica perto das esteiras de bagagens.
  6. Se der, leve consigo! Existem coisas que não dá pra substituir se você perder. Não pelo preço, mas pelo “costume”: aquele par de tênis (ou chuteiras) que já está amaciado e acostumado a seus pés, aquela sua máscara de mergulho que encaixa direitinho, a roupa de neoprene que você ajustou pro seu tamanho… faça o possível para levar esse tipo de coisa na bagagem de mão. Deixe nas malas despachadas só o que pode ser substituído sem problemas (roupas comuns, cosméticos etc.). Assim, se houver extravio, você não prejudica (muito) sua atividade esportiva.
  7. E as bolas? Ok, você foi ao exterior, praticou seu esporte e decidiu trazer uma bola na volta. Seja ela de futebol, basquete, vôlei, futebol americano e até tênis, há regras especiais nos aviões. Por incrível que pareça, as bolas em geral são classificadas como artigos perigosos por conterem gases comprimidos. Por isso, devem ir na bagagem despachada, de preferência vazias. E se você quiser levar na bagagem de mão, terá que esvaziá-las (Não acredita? Veja este caso, que aconteceu numa viagem doméstica )  

Sua saúde

A verdade é a seguinte: avião é um ambiente pra lá de insalubre.

Começa pela pressão atmosférica. A menos que você more em Machu Picchu, nunca estará adaptado a um avião. Isso porque o interior de uma aeronave comercial em voo de cruzeiro tem oxigênio equivalente ao de um lugar a 2400 metros acima do nível do mar. Ou seja, se você mora no Rio de Janeiro (nível do mar) ou mesmo em São Paulo (800 metros), vai sempre encarar um ambiente “estranho” num avião.

Tem mais: a umidade relativa do ar nos aviões é sempre inferior ao recomendado pelos médicos. Varia de 9% a 20%. Para se ter uma ideia, nas grandes cidades, é decretado estado de emergência quando a umidade cai abaixo de 12%.

Sem contar que a presença de centenas de pessoas juntinhas favorece a transmissão de vírus. Ainda mais quando há pessoas de vários países – carregando variedades distintas de vírus, para os quais os demais não estão imunes ainda.

Finalmente, as horas e mais horas sentado numa poltrona apertada da classe econômica representam um castigo aos músculos e à coluna vertebral.

Há bons artigos na internet sobre a insalubridade dos aviões

Nada disso representa um grande problema se você viaja apenas a lazer. Mas se vai competir e fazer esforço físico, aí a coisa muda de figura. É preciso tomar algumas precauções:

  • Beba muito líquido, mesmo que não sinta sede (mas não álcool!). Não tenha vergonha de pedir água aos comissários. Eles têm a obrigação de lhe fornecer!
  • Opte por uma poltrona de corredor. Assim, você pode levantar quantas vezes quiser para se alongar e para ir ao banheiro (essencial se estiver se hidratando constantemente).
  • Levante-se e alongue-se, no máximo, de duas em duas horas.
  • Tire os sapatos. Se puder, leve um par de chinelos.
  • Máscara hospitalar: não tenha vergonha de levar e usar no avião. Quase ninguém faz isso no Brasil, mas é muito comum no exterior (sobretudo na Ásia). Melhor pagar esse “mico” do que pegar uma gripe em véspera de competição.
  • Leve um tapa-olhos para poder dormir mesmo com claridade.
  • Leve protetores auditivos, desses que são vendidos nas farmácias, para que o barulho dos motores não o incomode durante o sono.
  • Leve um colírio para hidratar os olhos.
  • Faça hidratação nasal durante o voo. Pode parecer “frescura”, mas é essencial para quem vai praticar atividades físicas. Veja por quê e como fazer isso.
  • Evite refeições pesadas no dia do voo.
  • Se você é vegetariano, hipertenso ou diabético, saiba que as companhias aéreas fornecem refeições especiais sem nenhum custo. Basta reservar com dois dias de antecedência.
  • Tente reservar um voo que chegue ao destino pelo menos 3 dias antes da competição ou da atividade física. Assim você tem tempo suficiente para se recuperar do ambiente insalubre do avião e se adaptar ao fuso horário.
  • Uma vez no destino, deixe para provar a culinária local depois da competição ou atividade física. Assim não corre riscos de se indispor com alimentos com os quais não está acostumado.

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Amanhã, a 3ª parte: Dicas para quem vai acompanhar eventos esportivos

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Férias no Museu do Futebol

Uma programação especial para as crianças será oferecida neste mês de julho no Museu do Futebol, em São Paulo. Confira!

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Pessoal, estou em Aruba ainda, com pouco tempo para postar. Então hoje vai só uma dica rápida: quem for a São Paulo em julho tem uma ótima opção de lazer. É o Museu do Futebol, localizado junto ao belo e folclórico Estádio do Pacaembu.

Eu pretendo fazer um post mais completo sobre o museu no futuro. Hoje, apenas vou informar que as crianças terão tratamento especial neste mês que entra. O programa Férias no Museu foi feito na medida para entreter os pequenos, enquanto os pais visitam o museu sem preocupações.

O espaço vai oferecer oficinas de arte e colagem, desenho, origami e também um espaço de leitura. As atividades gratuitas para a criançada acontecem de quinta-feira a domingo, das 10h às 17h, de 04 a 28 de julho

Então, se você tem filhos, fique de olho na programação do Férias no Museu e aproveite!

“Férias no Museu do Futebol”
Local: Museu do Futebol
Onde: Sala Osmar Santos
Endereço: Praça Charles Miller, s/n
Data: 04 a 28 de julho
Horário: das 10h às 17h (quinta-feira a domingo)
Quanto: Gratuito

Ingressos para o Museu: R$ 6 (inteira) /R$ 3 (meia-entrada para estudantes, idosos e professores). Deficientes não pagam

*Entrada gratuita as quintas-feiras
*Entrada gratuita aos domingos até o dia 7 de julho

Informações: www.museudofutebol.org.br
Twitter: @_museudofutebol
Facebook: www.facebook.com/museudofutebol

SOFISTICAÇÃO À MODA TAILANDESA

BLUE ELEPHANT – Bangkok, Tailândia

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O Blue Elephant Royal Thai Cuisine é o “embaixador da culinária tailandesa” pelo mundo. Com filiais em Londres, Paris e mais 10 cidades, é parada obrigatória em Bangkok

Logo que entrei no Blue Elephant, saltou-me aos olhos um painel de fotos esmaecidas que mais parecia coisa de cantina italiana paulistana. A diferença eram os frequentadores flagrados nas imagens. Destacam-se figuras como o ex-presidente americano George Bush e o presidente russo Vladimir Putin.

Instalado numa mansão com 100 anos de idade, o Blue Elephant foi decorado com peças de arte tailandesa e ostenta o Blue Bar, um lounge onde são preparados drinques à base de frutas locais. O mais famoso é o Blue Mai Thai, um delicado mix de vodca, curaçao, suco de abacaxi, lichia e manga. Mas até mesmo uma versão local da nossa caipirinha é oferecida aos clientes, para refrescar o calor reinante na capital tailandesa.

À mesa, o Blue Elephant surpreeende logo na entrada, com sugestões tão diferentes quanto o chor muang – bolinho com recheio de pétalas de ervilha-borboleta, uma flor roxa, comum no país. Ou, ainda, o dói kham, um antepasto feito de berinjela roxa com vieiras grelhadas, macadâmias, pimenta e uma pitada de óleo de trufas. Nos pratos principais, outras ousadias, como os camarões de água doce gigantes, marinados em açafrão orgânico e ervas exóticas e servidos em uma travessa fumegante, acompanhados por um molho limão com pimenta e glacê de whisky do Rio Mekong com açúcar. Simplesmente impossível imaginar um prato assim fora da Tailândia.

E é exatamente por ouvir isso de seus clientes que o Blue Elephant decidiu abrir uma escola de culinária, que tem cursos especiais para quem está de passagem, em viagem de turismo. O restaurante agrega uma pequena butique de condimentos e especiarias, para levar se você quiser cozinhar com a mesma excelência dos chefs locais.

Blue Elephant Royal Thai Cuisine – Bangkok, Tailândia – Data da visita: junho 2012

  • Para crianças? Não
  • Romântico? pouco
  • Formal? Sim
  • Ambiente (de 1 a 10): 7
  • Gastronomia (de 1 a 10): 9
  • Carta de vinhos (de 1 a 10): não avaliei (* ver obs. no rodapé da página)
  • Hospitalidade (de 1 a 10): 8

Saba mais: www.blueelephant.com

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* OBSERVAÇÕES:

CARTAS DE VINHOS – critério de avaliação

Eu não sou enólogo, nem sommelier. Apenas gosto de vinhos. Por isso, meu critério de avaliação é bem particular.

Toda carta começa com nota 10. E vou subtraindo pontos conforme os critérios abaixo:

  • Quantidade: 1 ponto subtraído caso tenha menos de 60 rótulos, 2 pontos subtraídos caso tenha menos de 40 rótulos
  • Abrangência: 1 ponto subtraído para cada continente não contemplado na carta.
  • Preço e taça: 1 ponto subtraído para cartas sem opção de vinho na taça e sem alternativas de preço em todas as faixas.
  • Apresentação: 1 ponto subtraído para cartas confusas; 1 ponto subtraído caso não haja sommelier ou garçom preparado.

Se você discorda ou tem uma sugestão, por favor, fale! Seu comentário será muito bem recebido.

Meus 10 lugares marcantes do esporte

Este é um post despreocupado, feito às vésperas de uma viagem. Não é a lista dos “melhores” nem dos “mais famosos” pontos de interesse esportivo para visitar. A relação a seguir é apenas aquela que contempla os locais que me marcaram durante minhas viagens.

Cada um desses lugares merecerá um post exclusivo no futuro, com mais fotos e um relato do que vi quando estive lá, com muito mais detalhes. Hoje, só vou citá-los en passant.

Aproveite a área de comentários e coloque a sua lista também!

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10) Estádio da Rua Javari – São Paulo, SP
Não há sensação mais bacana do que ver velhinhos de boina e suspensórios torcendo pro grande “Moleque Travesso” – o Juventus do bairro da Mooca, em São Paulo. Uma experiência cada vez mais difícil de ter, já que os “velhinhos” estão indo… Mas a nova geração faz jus a eles.

09) Tropicana Field, St Petersburg, Flórida (EUA)
Mesmo quem não curte beisebol acha divertido ir a esse estádio em dia de jogo. É a casa do Rays, o time da região central da Flórida. Pois bem, “rays” são as arraias – e é isso mesmo que tem lá: no meio das arquibancadas, um enorme tanque cheio de arraias, que podem ser tocadas e fotografadas pela criançada. Great!

08) Circuito Gilles Villeneuve – Montreal (Canadá)
Na minha opinião, é o circuito mais bonito da Fórmula 1. Fica numa ilha que é, na verdade, um grande parque. Durante a corrida, rolam shows e eventos nos bosques que rodeiam a pista. É como se construíssem um autódromo no meio do Parque do Ibirapuera…

07) La BomboneraMuseo de la passion Boquense, Buenos Aires (Argentina)
Quem vai a Buenos Aires e deixa de conhecer o estádio e o museu do boca certamente não gosta de futebol. Porque, a despeito de tida a rivalidade, temos que admitir que se trata de um templo onde a mística do esporte bretão é cultivada como em poucos lugares do mundo.

06) Antigo Giants Stadium – Meadolands, Nova Jersey (EUA)
Ele nem existe mais – foi substituído por um estádio muito mais moderno. Mas o velho Giants Stadium levou consigo um espírito muito peculiar, que remonta aos anos 70, quando o campo era dividido entre o New York Giants, da NFL, e o New York Cosmos, onde jogava ninguém menos que Pelé. Eu tive a sorte de ver um Giants x Jets lá em 2007. Mas essa é outra história!

05) Hall da Fama do Tênis – Newport, Rhode Island (EUA)
Eu não sou lá muito fanático por tênis, não, mas esse lugar foi uma grande surpresa, que me deixou emocionado, inclusive. Logo ao entrar no museu, dei de cara com um display homenageando a brasileira Maria Ester Bueno! De arrepiar! Além da amostra histórica impecável, tem as quadras, que lembram as da década de 1920. Ali, todo ano se enfrentam veteranos como Jimmy Connors e Björn Borg.

04) Raymond James Stadium – Tampa, Flórida (EUA)
O que dizer de um estádio que tem um navio pirata na arquibancada? Pois é, a casa do Tampa Bay Buccaneers é assim. Um dos estádios mais gostosos que existe. E cheio de charme e surpresas (aguardem, logo logo vou fazer um post grande sobre ele!)

03) Anfield Stadium – Liverpool, Inglaterra
Não vou falar nada: leia o post que fiz aqui mesmo no blog.

02) Motorsports Hall of Fame – Indianapolis, Indiana (EUA)
Também sugiro que leia o post que fiz aqui mesmo no blog.

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01) Pro Football Hall of Fame – Canton, Ohio (EUA)
Bom, acho que (quase) todo mundo sabe que meu esporte do coração é o futebol americano. Então não pode haver lugar mais simbólico e emocionante que este, localizado em Canton, Ohio – cidade de importância histórica para o futebol americano profissional. O Pro Football Hall of Fame está para os fãs da NFL como a Praça de São Pedro para os católicos ou Meca para os muçulmanos. Você tem que ir lá! Além de displays e artigos que contam toda a história do futebol americano, há os bustos dos jogadores e treinadores induzidos ao hall da fama em todos os tempos, mostras interativas, cinema 3D, campo de futebol americano e uma loja em que você quer morar. Ou levar inteira pra casa, já que vende absolutamente tudo o que você possa imaginar, de todos os times. Ainda vou escrever um post só sobre este lugar. Aguarde!

E aí? Qual seu lugar marcante? Coloque aí embaixo, nos comentários!

Sydney de bike – incrível passeio

A maior cidade da Austrália é um lugar perfeito para explorar de bike. Não bastasse o trânsito bom e os motoristas respeitosos, a cidade é cheia de locais bonitos, não muito longe uns dos outros

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Quando estive em Sydney, no ano passado, tive a oportunidade de fazer um roteiro da Bonza Bike Tours, uma das várias operadoras de cicloturismo da metrópole australiana.

Bikes novinhas, equipamento de segurança completo, guia que segue na frente do grupo… Enfim, um programa perfeito.

São diversos roteiros. Um deles, inclusive, envolve subir a famosa Harbour Bridge – a ponte que cruza a baía que banha a cidade. É um passeio lindo, mas para quem tem fôlego. Eu quase enfartei no meio do caminho, já que a subida pela ponte é mais intensa do que parece. Tirando isso, o resto é bem fácil.

Se você não quiser seguir os roteiros fixos deles, pode também alugar uma bike e derivar por aí, por conta própria. Criei um itinerário baseado nas atrações mais bacanas que você pode explorar de bicicleta. Confira!

mapa sydneyVer mapa maior

A) Jardim Botânico – Início da pedalada (Royal Botanic Gardens, s/nº)
O lugar ideal para começar um passeio por Sydney é esse grande parque repleto de jardins floridos, estufas e praças arborizadas. E o melhor de tudo: o Royal Botanic Gardens fica à beira-mar, com vista para a Harbour Bridge. Há um restaurante bem no meio do parque, que serve um farto café da manhã. Para quem preferir, há tendas que alugam bicicletas ali mesmo.

B) Opera House – A  1,3 km de distância (2 Macquarie Street)
Ela se tornou o cartão-postal da cidade e também uma das construções mais famosas do mundo. Declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco, a Ópera de Sydney é um enorme complexo de auditórios à beira-mar, onde 1.500 eventos acontecem por ano – de shows de rock a concertos e balés. Há um tour guiado pelos bastidores, que dura duas horas e permite saber as curiosas histórias ocorridas durante a construção, que levou 15 anos para ser concluída.

C) Circular Quay – A 650 metros de distância (Circular Quay, s/nº)
Esse calçadão é o coração de Sydney. Fica de frente para os píeres de onde saem barcos de turismo e ali acontecem as grandes comemorações, festas (como a do Ano Novo) e manifestações políticas. O Circular Quay tem ainda um pequeno shopping no acesso à estação de trem anexa e, nos seus arredores, destacam-se belos edifícios comerciais e restaurantes afamados, como o Café Sydney, com sua inigualável vista panorâmica da região portuária.

D) Museu de Arte Contemporânea – A 400 metros de distância (140 George Street)
Debruçado sobre a Baia de Sydney, o Museu de Arte Contemporânea ocupa desde 1991 um prédio de estilo art-deco, onde durante décadas funcionou a administração do porto de Sydney. Além da sua coleção de obras do mundo todo, ele tem outros atrativos. Os antigos armazéns portuários ao seu redor foram transformados em bares, restaurantes e baladas. Por isso, o lugar merece uma visita a qualquer hora do dia ou da noite.

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E) George Street e Sydney Tower – A 1,5 quilômetro de distância (100 Market Street)
A George Street é o equivalente australiano da 5ª Avenida de Nova York. Ou seja, ali estão centenas de edifícios de grandes corporações, formando um mosaico arquitetônico muito interessante. Passear por ela é garantia de explorar pequenas galerias de lojas de grife ou de marcas locais. A rua dá acesso a um notável marco turístico: a Sydney Tower, maior construção da cidade, com 309 metros de altura. Há lojas, restaurantes e, claro, um mirante no topo.

F) Queen Victoria Building – A 140 metros de distância (455 George Street)
Considerado por muitos o mais belo shopping center do mundo, o Queen Victoria Building foi construído entre 1893 e 1898, com seu interior em estilo romanesco, repleto de afrescos que vão do piso ao teto. É por si só uma obra de arte. Ao longo de seus corredores espalham-se as lojas mais chiques de Sydney e os restaurantes favoritos dos engravatados executivos que trabalham nos arredores.

G) Sea Life Sydney Aquarium – A 550 metros de distãncia (5 Wheat Road)
Este incrível aquário é um passeio imperdível para quem viaja com os filhos. Trata-se da maior e mais moderna exibição de vida marinha da Austrália e uma das mais importantes do mundo. São mais de 6 mil animais de 650 espécies. E, apesar do nome, o aquário apresenta também animais terrestres. Destaque para o túnel de vidro que permite ao visitante cruzar uma recriação do fundo do mar, repleta de tubarões e outros bichos.

H) Museu Marítimo e Navio James Craig – A 650 metros de distância (Sydney Wharf, 56 Pirrama Road)
O fim de seu passeio em Sydney pode ser nessa pitoresca área de tradição náutica, onde desponta o Museu Marítimo, com suas exposições interativas sobre navegações, desastres navais e grandes batalhas nos mares do planeta. Ao lado do museu fica o James Craig, um veleiro com mais de 100 anos de idade, que hoje em dia leva turistas a passeios pela Baia de Sydney e é usado para eventos, festas e jantares de gala.

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Saiba mais: Bonza Bike Tours

Sala VIP – Você também pode usar!

Vamos falar a verdade: esperar horas no saguão lotado de uma aeroporto é uma tremenda chatice. Pois saiba que cada vez mais os lounges se tornam uma boa alternativa, acessível mesmo a quem não é “VIP”

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Adaptação da reportagem publicada na edição 40 da revista Viajar pelo Mundo

Se você já esteve em uma sala vip de aeroporto, certamente sabe de suas vantagens. E, se nunca pisou em uma, acredite: é um conforto que vicia. Em vez das cadeiras duras, da aglomeração e das filas dos saguões de embarque, os lounges (como são chamadas as salas vip no exterior) oferecem sofás macios, poltronas, TV, internet de graça, comida e bebida. Além de banheiros limpinhos e, em alguns deles, até mesmo chuveiros.

Tudo isso num ambiente relaxante e seguro (você não precisa vigiar seus pertences o tempo todo). A novidade é que eles estão cada vez mais acessíveis aos viajantes comuns, aqueles que vão de classe econômica, e não somente aos que pagam por bilhetes de classe executiva ou primeira.

Como ter acesso? Existem três formas de aproveitar os lounges. A primeira é ter um cartão de crédito que inclua essa mordomia no pacote de vantagens. Aqui no Brasil, o Diners Club proporciona isso. American Express Gold e American Express Platinum disponibilizam o serviço no exterior (mas consulte, pois estavam para cancelar o serviço).

A segunda forma é adquirindo o “one-day pass” ou “passe de um dia”. Trata-se de uma espécie de ingresso, que lhe permite usar a sala vip em uma data específica, seja qual for a classe do seu bilhete aéreo. O one day pass custa, em média, US$ 50, e é vendido tanto por companhias aéreas (sobretudo as americanas) quanto por empresas independentes (veja a lista no quadro abaixo).

Por fim, a terceira forma de ter acesso às salas vip é se tornar membro dos programas independentes de vantagens surgidos nos últimos anos, como o Priority Pass e o Lounge Pass. No Priority Pass, há vários tipos de associação. A mais barata custa US$ 99 por ano e dá direito de usar mais de 600 salas vip no mundo todo pagando US$ 27 em cada visita (confira quadro). Já na modalidade mais cara, você gasta US$ 399 por ano e entra de graça nos lounges, quantas vezes quiser.

Mas vale a pena? Para saber, é preciso analisar caso a caso. Supondo que você viaje muito pouco, não compensa se associar a um serviço assim. Melhor comprar o passe de um dia, caso descubra que, eventualmente, terá de esperar muitas horas em um aeroporto.

Mas se você é daqueles que pisa em aeroportos cinco vezes ou mais por ano, aí as vantagens são nítidas. No caso do plano intermediário da Priority Pass, o viajante paga US$ 249 e tem direito a 10 utilizações de sala vip – ou seja, US$ 25 (cerca de R$ 55) por uso.

Levando em conta os preços praticados nas lanchonetes e restaurantes dos aeroportos brasileiros, pode ser vantajoso. Em Guarulhos, por exemplo, um croissant, um suco de laranja e uma fatia de bolo não saem por menos que R$ 30, enquanto na sala vip guloseimas como essas e muitas outras são servidas de graça – incluindo cervejas, vinhos e destilados.

Adicione o conforto e a segurança, e você dificilmente vai querer encarar um saguão lotado de novo. Veja o vídeo e comprove:

Quem oferece o “passe de um dia”:

Air Canadá – US$ 30 a US$ 55 (conforme destino)

Alitalia – € 35 (mas é preciso se associar ao programa de fidelidade, gratuitamente)

American Airlines – US$ 50

Delta Airlines – US$ 50

US Airways – US$ 50

Virgin America – US$ 35

Quem tem programas anuais

Priority Pass – Maior agrupador de salas vip do mundo oferece acesso a mais de 600 lounges em 300 cidades de 100 países. Tem vários tipos de associação. A mais barata custa US$ 99 por ano, com US$ 27 cobrados a cada utilização de uma sala vip.

Lounge Pass – Permite comprar de forma avulsa passes para mais de 150 aeroportos do mundo, por valores muito em conta. Exemplo: a entrada numa das salas vip do aeroporto de Orlando (EUA) sai por apenas US$ 29.

Essential Travel – Vende passes de um dia para 130 salas vip, por preços a partir de £ 13,50 (R$ 37). Também faz reserva de hotéis, seguros e até estacionamentos.

Plaza Premium Lounges – Garante acesso a lounges de 50 aeroportos, sobretudo no Canadá e na Ásia. Também inclui no pacote outros serviços, como seguros e até spas. Tem planos anuais a partir de US$ 219.

Uma maratona na Patagônia!

Não existe no mundo uma competição disputada em um ambiente tão belo e inspirador: bem no meio das incríveis formações rochosas do Parque Nacional Torres del Paine, no extremo sul do Chile

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Crédito das fotos: Maratona Internacional da Patagônia e Tierra Patagonia Hotel

Nas grandes maratonas, você se depara com ambientes urbanos com imponentes torres de concreto e vidro. Na Patagônia não temos grandes edifícios, aqui as torres são de granito e gelo, e se elevam mais de 2.500 m, sobre a rota da corrida…

É dessa forma que a organização da Maratona Internacional da Patagônia descreve seu evento. A segunda edição da prova acontece em 28 de setembro e corredores do mundo todo – amadores e profissionais – são esperados. Para quem não sabe o Parque Nacional Torres del Paine é um lugar único no mundo, declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1978.

Montanhas únicas – Eu já estive lá duas vezes e acho que precisaria ir pelo menos mais duas para poder desbravar tudo o que há de belo nessa região remota da América do Sul.

Muita gente pensa que se trata apenas de um aglomerado de montanhas andinas. Engano. Para começar, as formações do Torres del Paine não têm nada a ver com os Andes. Surgiram em outro período geológico, graças a um violento e repentino movimento tectônico que transformou em montanhas, de uma hora para outra, aquilo que era subsolo.

Por isso, a aparência dessas formações rochosas é única no mundo – não só pelas formas dramáticas, mas pelas cores estratificadas.

Bons hotéis – Apesar de estar a duas horas da cidade mais próxima, Puerto Natales, o Parque tem boa infraestrutura hoteleira. Não espere extravagâncias como cassinos ou parques aquáticos, pois essa não é a “pegada” do lugar. Existe até racionamento de energia elétrica em alguns hotéis, já que todos funcionam à base de geradores. Mas, dos mais simples aos mais sofisticados, todos são limpos, muito confortáveis, com bom atendimento e localização espetacular.

O destaque vai para o delicioso Tierra Patagonia, um hotel relativamente novo, que une conforto ao clima selvagem do lugar. Erguido na margem do Lago Sarmiento, ele oferece uma vista panorâmica que por si só já vale a viagem. O hotel conta com 40 quartos e oferece excursões variadas, sejam elas a pé, a cavalo ou jipe.

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Se em vez de adrenalina o hóspede quiser relaxamento, há um spa que privilegia os elementos locais, como pedras e águas. Mais de 14 tipos de terapias faciais, corporais e banhos especiais estão no menu, incluindo opções com essências e pedras quentes, reflexologia, tratamentos com mel, argila ou cristais de quartzo e banhos com leite de cabra, rosas, lavanda ou chocolate.

Pacotes para a Maratona – Não bastasse isso, o Tierra Patagonia tem restaurante gourmet e detalhes preciosos como as banheiras de hidromassagem ao ar livre – nada mais agradável que relaxar nas águas quentes à noite, quando a atmosfera absolutamente despoluída e a ausência de iluminação nos arredores permitem ver o céu estrelado como em poucos outros pontos da América do Sul.

O hotel oferece pacotes com diversos passeios para os dias da Maratona Internacional da Patagônia (aliás, o vencedor do ano passado, o australiano Luke Myers, ficou hospedado ali). O valor é de US$ 1.825 por pessoa em sistema all inclusive, com direito às 3 noites de hospedagem, diversos passeios, todas as refeições e bebidas e traslados regulares entre o hotel e o aeroporto de Punta Arenas, traslados entre o hotel e os locais de início e término da maratona e uma massagem de 30 minutos após a prova.

Há também operadoras que levam à maratona, como a FreeWay. Se você curte correr e quer ter uma experiência inesquecível, essa é a sua chance.

Saiba mais:

Tierra Patagonia 

FreeWay 

Maratona Internacional da Patagônia  

Seguro de viagem: eu usei!

Todo mundo sabe que é bom contratar assistência, mas será que funciona? Eu usei ano passado, em uma viagem à Argentina. Confira a seguir

A_nurse_carryingPor Paulo Mancha – Adaptação da reportagem publicada na ed. 40 da revista Viajar pelo Mundo

Eram 3h30 da madrugada quando uma palavra veio à mente e gelou meus ossos: infarto. Na minha idade, 44 anos, ele costuma ser rápido e fatal. Só então percebi o erro número 1 (de uma série que eu cometeria): fazia uma hora e meia eu me debatia na cama, com uma dor crescente no peito, achando ingenuamente que “logo passaria”.

Mas não passou. E foi assim, com falta de ar e pontadas no peito, que comecei a vasculhar minha bagagem em busca dos papéis do seguro de saúde em viagem – aquela coisa que a gente faz meio contra a vontade, sem dar muita importância.

Pela janela do hotel, situado no centro de Mendoza, na Argentina, eu via a cidade dormindo. Pensei: “Pelo menos não haverá demora para chegar até o pronto-socorro”.

Cadê a papelada?!!! – A demora, porém, era para achar a papelada. Esse foi o erro número 2: na era do smartphone e do tablet, é muito mais inteligente deixar os dados do seguro neles do que em uma folhinha de papel perdida entre roupas, vouchers de hotel, anotações de trabalho ou escondida naquele bolso da mala que você nem lembra que existe.

Finalmente achei a papelada e liguei para o seguro. Aqui um acerto, que me economizou tempo e dinheiro: ter o Skype instalado no celular. Porque a maioria dos seguros exige que você telefone para o Brasil ou para os Estados Unidos. Usar o telefone do hotel, além de custar uma fortuna, pode ser pra lá de estressante – alguém entende todas aquelas instruções de como fazer ligações internacionais? Na hora da emergência, fica mais complicado ainda.

Atendente atenciosa – Meu seguro, contratado junto à Vital Card, funcionou bem nesse momento. Fui prontamente atendido por uma operadora que reuniu os dados e deu início ao processo. Mas aqui surgiu outro problema. Os operadores sempre precisam de alguns minutos para descobrir qual o hospital conveniado mais próximo e confirmar se ele está funcionando e se atende seu tipo de emergência. Comigo, foram mais ou menos 15 minutos.

Eu poderia, é verdade, ter me dirigido a qualquer pronto-socorro e, depois de atendido, pedir um recibo, para depois requerer um reembolso. E aqui surge o erro número 3: eu não havia lido a apólice de seguro e não tinha certeza se essa opção estava disponível no meu caso. Por isso preferi esperar e ser atendido diretamente onde eu não precisasse tirar um tostão do bolso.

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Rumo ao “Hospital Español” – Finalmente, quase às 4h da manhã, recebi a indicação para me dirigir ao Hospital Español, a 4 quilômetros do hotel. Peguei passaporte, uma boa quantia em pesos (para alguma eventualidade) e voei para o táxi. Aqui foi o erro número 4: não avisei ninguém do hotel. Ou seja, se tivesse que ser internado, nenhuma pessoa ficaria sabendo, nem hotel, nem parentes, nem os colegas de trabalho.

Uma vez no hospital, a despeito do aspecto “anos 60”, o atendimento foi exemplar: eletrocardiograma imediato, que afastou a hipótese de ataque cardíaco. E, então, uma bateria de exames complementares, que eliminaram outras doenças graves, deixando como hipóteses problemas que poderiam ser perfeitamente tratados no Brasil, sem tanta urgência, como gastrite ou pedras na vesícula. Saí do hospital às 6h da manhã, bastante aliviado e o que é melhor: sem ter que abrir a carteira. A dor? Passou de repente!

As lições foram várias:

1) Ler atentamente a apólice e tirar as dúvidas antes de sair do Brasil. Eu não fiz isso e perdi minutos que poderiam ter sido preciosos para minha vida.

2) Não esperar o problema piorar para acionar o seguro – pode ser tarde demais.

3) Usar a tecnologia: guardar os vouchers de seguro e demais documentos no smartphone, tablet ou notebook e saber manipular tudo isso com presteza.

4) Avisar a recepção do hotel ou qualquer outra pessoa. E levar sempre consigo documentos e dinheiro.

No mais, não entrar em pânico e saber que esses imprevistos também acontecem com a gente.

A praia mais exclusiva do mundo

Situada nas Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe, a praia The Baths acaba de ser eleita numa votação promovida pelo site TripAdvisor. Um lugar perfeito para praticar snorkelling e mergulho autônomo

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Crédito das fotos: BVI Tourism/agências locais

A praia de The Baths, nas Ilhas Virgens Britânicas, foi eleita “a mais exclusiva do mundo” pelo site TripAdvisor. Não admira: o conjunto das grandes formações rochosas naturais dispostas pela areia cria pequenas grutas e piscinas, de onde vem nome “The Baths”.

Situada na ilha Virgem Gorda, também recebeu o prêmio Travelers’ Choice 2013, deixando para trás praias nos Estados Unidos, St. Maarten, Uruguai, Islândia, Espanha e Itália (clique aqui para conhecer a lista completa).

É um destino excelente para praticar snorkelling e scuba diving. E também pouco divulgado no Brasil.

As Ilhas Virgens Britânicas são um arquipélago composto por 60 ilhas e ilhotas (dependendo das marés), localizadas 80 quilômetros a leste de Porto Rico, na região noroeste do Mar do Caribe. As ilhas principais são Tortola, Virgem Gorda, Anegada e Jost Van Dyke. A cidadezinha de Road Town, localizada em Tortola, é a capital e fica a apenas uma ponte de distância de Beef Island, onde está o aeroporto internacional.

Clique aqui para ver um vídeo de The Baths

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Todos os voos do Brasil são feitos com conexão em aeroportos da região do Caribe. O melhor é que turistas brasileiros não precisam de visto, ao contrário do que ocorre, por exemplo, com as Ilhas Virgens Americanas.

E uma curiosidade: embora sejam território britânico, as Ilhas Virgens Britânicas têm como moeda o dólar americano.

Saiba mais: www.bvitourism.com.br e www.b-v-i.com/baths.htm

Supersemana esportiva em NY

Quem for à Big Apple na primeira semana de setembro terá a oportunidade de ver os melhores do tênis mundial, o maior clássico do beisebol e a abertura da temporada da NFL

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Dica quente: se estiver pensando em viajar a Nova York, programe para a primeira semana de setembro. “Mas tem o feriado da Independência do Brasil! Os pacotes ficam mais caros!” Não: este ano o feriado cai no sábado, o que transforma essa em uma “semana comum”, com preços normais.

E não faltam atrações esportivas de primeira linha.

Se você gosta de tênis, Nova York estará sediando o tradicional U.S. Open, com direito a Novak Djokovic, Andy Murray, Roger Federer, Rafael Nadal, Serena Williams, Maria Sharapova, Victoria Azarenka… O torneio acontece no Billie Jean King National Tennis Center – um lugar cheio de atrações ligadas ao tênis.

No beisebol, essa semana reserva simplesmente o maior clássico do esporte: New York Yankees X Boston RedSox. Como é praxe no beisebol, os times se enfrentam em uma série de jogos. Você pode escolher: sexta-feira, dia 6; sábado, dia 7; ou domingo, dia 8. É no icônico Yankee Stadium.

E, finalmente, no futebol americano acontece a rodada de abertura do campeonato, com New York Jets X Tampa Bay Buccaneers. O jogo será realizado no espetacular MetLife Stadium, um dos mais modernos e tecnológicos do mundo, onde dá prazer ir, mesmo que você não seja um grande fã do esporte.

Saiba mais sobre horários, ingressos etc.:

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♦ U.S. Open (tênis)

 

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♦ New York Yankees X Boston Redsox (beisebol) – dia 6/9dia 7/9dia 8/9

 

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♦ New York Jets X Tampa Bay Buccaneers (futebol americano) – dia 8/9

Os Simpsons invadem Orlando

Que tal tomar um coquetel “Moe Flamejante”? E comer um “Krusty Burger”? Agora dá pra fazer isso e se divertir com Homer, Bart, Lisa e companhia na réplica de Springfield

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Fotos: Ricky Brigante – Inside the Magic – Creative Commons / Universal Orlando

Vou contar um segredo: de tudo que há nos parques de Orlando, o que eu sempre mais gostei foi o Simpsons Ride – a montanha-russa virtual baseada na família atrapalhada do desenho animado, no parque da Universal.

Essa atração existe há cinco anos e acaba de ganhar uma vizinhança à altura. Quem for a Orlando a partir deste mês poderá curtir uma réplica da cidadezinha de Springfield.

Muito do que há no desenho animado está lá, sobretudo as alternativas “gastronômicas”. Dá para comer junk food no Krusty Burger, pizzas no restaurante italiano do Luigi ou tomar uma legítima cerveja Duff no Bar do Moe.

Todas ficam na “Springfield Fast Food Boulevard”, uma área de alimentação que inclui ainda o restaurante de frutos do mar “Frying Dutchman”, uma casa de produtos naturais inspirada na Lisa (quem assiste ao desenho vai entender) e o “Cletus’ Chicken Shack”, que serve snacks de frango.

Os ingressos para a Universal Orlando variam de preço. Para saber mais sobre o parque, clique aqui. E lembre-se: A Universal tem ainda atrações com a montanha-russa Transformers e o mundo de Harry Potter.

Para saber mais sobre a nova área dos Simpsons, veja  Inside The Magic.

Esqui: Chile atrai a criançada

Se você busca um destino de neve para ir com os filhos em julho, fique esperto: Portillo (Chile) terá programação especial para a criançada

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Situada a apenas duas horas de Santiago, no Chile, Portillo é um dos pontos mais bonitos da cordilheira dos Andes. No mês de julho, sua estação de esqui terá uma programação especial para a criançada com animadores, shows de mágica, karaokê e até sessões de cinema 3D.

A chamada Family Week terá também atividades exclusivas para os pais não ficarem de fora da diversão com festas temáticas e a famosa Corrida do Sol, uma divertida competição de esqui. De iniciante a profissional, a estação oferece pistas para todos os níveis de esqui e snowboard.

Há opções de hospedagem para todos os bolsos, do alojamento bem simples, no estilo hostel (uma semana por US$ 1050/pessoa – sujeito a disponibilidade) até os quartos de luxo (uma semana por US$ 5800/pessoa). O preço inclui 7 noites de hospedagem, 7 dias de esqui, 4 refeições por dia e acesso a todas as instalações da estação. Crianças pagam menos.

Veja a tabela de preços clicando aqui.

Saiba mais: www.skiportillo.com

Suíça: Paraíso de verão

Não faltam atividades e atrações esportivas no país alpino quando a temperatura sobe, sobretudo em seus agradáveis lagos

Adaptação da reportagem publicada na edição 42 da revista Viajar pelo Mundo

(Clique aqui para ir diretamente às atrações esportivas)

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Suíça é sinônimo de frio, neve e esqui, correto? Nem tanto. É verdade que o país encravado no meio da Europa ficou mundialmente famoso por seus redutos alpinos que lotam no inverno, mas, conforme a neve derrete e o verão se aproxima, milhares de possibilidades de lazer se abrem. Apesar de ocupar menos de 0,5% do território europeu, a Suíça concentra 6% de toda a água do continente. São mais de sete mil lagos e 120 geleiras (que dão origem a rios caudalosos nos meses quentes).

Não foi à toa que, no ano passado, o órgão oficial de turismo do país criou um guia com 150 “experiências aquáticas” que o turista pode ter por ali – de aventuras como rapel em cascatas até passeios relaxantes de barco pelos cursos d’água que banham as principais cidades – Zurique, Genebra, Lucerna e Lausanne. Veja a seguir algumas das atrações que você pode curtir no próximo verão.

GENEBRA – Conhecida como “a Capital da Paz”, Genebra celebrizou-se por ser a sede europeia da ONU e uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta. Quem a visita logo percebe seu caráter cosmopolita – cerca de 40% de seus 190 mil habitantes são estrangeiros. Situada pertinho da fronteira com a França, é também uma metrópole que causa inveja nas demais da Europa: está encravada entre lago e montanha, de frente para o icônico Mont Blanc, o mais alto pico do continente, com seus 4.810 metros. E tem ainda seu gigantesco chafariz, o Jet d’Eau, jorrando água a 140 metros – uma altura equivalente à de um prédio de 40 andares.

Duas imagens que dificilmente o turista esquece. Tudo isso faz dela um destino turístico de primeira grandeza, muito propício a ser explorado a pé ou usando o excelente sistema de transporte público, com as atrações quase sempre próximas umas das outras. Assim, é fácil, por exemplo, desvendar numa caminhada a Vieille Ville (Cidade Velha), o local mais procurado pelos turistas.

Ali ficam dezenas de construções históricas, como a centenária Cathédrale St-Pierre, lugar de importância para todas as vertentes do cristianismo, por ser sede do interessantíssimo Museu da Reforma Protestante.

Também se destacam o Palais des Nations (atual sede da ONU), o Museu Ariana (um dos melhores do mundo no campo da arte em cerâmica e vidro) e o Parc des Bastions, uma das mais agradáveis áreas verdes de toda a Europa, repleta de castanheiras e pontuada por estátuas e monumentos.

Essas atrações podem ser conferidas o ano todo. Mas, no verão, é o Lago Genebra (também chamado de Lago Léman) que ganha os holofotes. Além de banhar a cidade, ele serve de ligação com outras localidades, como Montreux, Vevey e Lausanne.

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Há seis balneários num raio de cinco quilômetros do centro. E, por balneário, entenda-se um clube aberto a não-sócios, onde existe praia artificial, piscinas, saunas, spa, restaurante e bar à beira da água. Os melhores deles ficam em Geneve Plage (que significa “Praia de Genebra”). E ali ainda dá para aprender e praticar windsurfe, esqui aquático e wakeboard – esportes que quase ninguém associa a um país “alpino”.

Quem prefere juntar diversão e conhecimento pode ir um pouco mais longe: a 17 quilômetros do centro fica a vila de Nyon. Trata-se de uma antiga fortificação do Império Romano e, portanto, um recanto histórico – só que repleto de praias. É bom lembrar que são praias ao estilo suíço: bem pequenas, com pedriscos em vez de areia e grama em boa parte.

Quase sempre elas têm uma piscina pública junto – de água aquecida, para contrabalançar o geladinho do Lago Genebra. E também vestiários, bares e restaurantes descolados na orla. Os fãs de aventura têm à sua disposição as empresas que levam para fazer rafting e canoagem nos rios da região – que ficam pra lá de agitados no verão, graças ao degelo dos Alpes. Dois deles se destacam: os rios Arve e Rhone, onde a adrenalina é garantida.

Agora, para quem tem crianças, a grande pedida é ir ao AquaPark, em Bouveret, a 60 quilômetros do centro. O trajeto pode ser feito tanto por estrada quanto de barco pelo lago – que, convenhamos, é muito mais charmoso. Uma vez no parque, prepare-se para experimentar o “Caribe suíço”.

É assim que o lugar é conhecido, graças às suas dezenas de piscinas internas e externas de águas quentinhas. Há escorregadores e tobogãs de todos os tipos, inclusive o assustador Booster Loop, um percurso em que o visitante desliza a 80 quilômetros por hora, atingindo 3G em algumas curvas – isto é, uma força equivalente a três vezes a gravidade. Divertido e radical!

ZURIQUE – A maior metrópole da Suíça é também a mais vibrante e cheia de atrações. Cerca de 390 mil pessoas vivem neste centro de negócios, ciência e cultura – são mais de 50 museus e aproximadamente 100 galerias de arte, além de ruas comerciais repletas de lojas de grifes internacionais, vida noturna extravagante e gastronomia multi étnica.

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Como em quase todas as cidades suíças, dá para fazer muita coisa a pé – Zurique é plana e arborizada, bem agradável para caminhar. Mas quem preferir pode usar o excelente sistema de bondes, ônibus e trens urbanos – que têm suas tarifas unificadas pelo Swiss Pass – bilhete único que vale para quase todo o país, convém dizer.

Assim, você chega facilmente a lugares como o Museu Nacional Suíço, alojado num edifício de mais de 100 anos, que lembra um castelo de conto de fadas. Ele contém a mais completa coleção de objetos relativos à história da Suíça – das espadas usadas por cavaleiros helvéticos na época da fundação do país, em 1291, aos trenós de gelo dos atletas das olimpíadas de inverno de 2010.

A história, vale dizer, pode ser igualmente apreciada fora dos museus, sobretudo em Altstadt – o centro velho. Ali, por exemplo, fica Augustinergasse, a belíssima região formada por ruazinhas estreitas, com casinhas coloridas erguidas, em sua maioria, há mais de 700 anos. Ou, ainda, nas icônicas igrejas Fraumünster e Grossmünster, respectivamente construídas nos séculos 9 e 12.

Só isso já seria suficiente para atrair visitantes a Zurique em qualquer época do ano. Mas sua posição geográfica melhora ainda mais as coisas: ela é cortada por um rio, o Limmat, e banhada por um lago, o Zurique. Não é de se admirar que, nos meses quentes, o lazer aquático desabroche nesse cenário de rara beleza, com os Alpes ao fundo.

Entre junho e setembro, pequenos balneários são abertos às margens do lago. O mais célebre é o Enge Seebad. Por 27 francos (cerca de R$ 60), o turista pode passar o dia nas piscinas aquecidas, a alguns passos da orla. A ideia é “brincar” com o choque térmico, indo das águas morninhas das piscinas (30 ºC) às “fresquinhas” do lago (em torno de 20 ºC no verão). Também há sauna, spa com especialistas em shiatsu, aulas públicas de yoga e, claro, um bar no deque. Detalhe: os clubes ficam abertos até depois que o sol se põe, o que significa mais de nove da noite.

Há também bares, como o Barfussbar, que mistura piscina, pista de dança, música ao ar livre e muita animação. Quem não quiser gastar dinheiro, porém, pode simplesmente curtir as áreas gramadas ao redor do lago – elas se tornam ponto de encontro de patinadores, banhistas e artistas de rua.

Por sinal, no verão, os calçadões que margeiam o Lago Zurique ficam tomados por alegres feirinhas e eventos culturais. A exemplo do Tropical Caliente, um festival de música latina que ocorre sempre mês de junho. Ou do Zurich Festival, em que concertos e óperas são encenados ao ar livre, em julho.

E, ainda, o Streetparade, um dos maiores encontros de música tecno do mundo, que se realiza às margens do Rio Limmat, com direito a mergulhos constantes para refrescar o calor da dança. Ele atrai um milhão de turistas todos os anos – a próxima edição será em 11 de agosto.

Finalmente, para a criançada, há o Alpamare – o maior parque aquático indoor da Europa. São 11 escorregadores de todos os tipos, dos mais relaxantes aos mais radicais, totalizando 1.640 metros de percursos aquáticos. Também há piscina de ondas, saunas e solário com uma vista fantástica do lago e dos Alpes. O frio, ali, passa longe.

LAUSANNE – Talvez não haja na Suíça uma cidade tão “jovem” quanto Lausanne. Não em idade, mas em espírito. Situada a 60 quilômetros de Genebra, na margem norte do Lago Léman, ela abriga diversas universidades, o que atrai milhares de estudantes.

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Graças a isso, tem a noite mais quente da Suíça, sobretudo nos  meses de verão. Também é uma “capital do esporte”, pois lá estão as principais confederações esportivas do planeta, além da sede do próprio Comitê Olímpico Internacional. Sem contar que serve de porta de entrada para algumas das melhores pistas de esqui da Europa. Faz sentido esperar que Lausanne “ferva” durante o ano todo.

No verão, não é diferente. Mas antes de enveredar pelas atividades típicas dos meses em que não há neve, vale lembrar aqueles passeios que são obrigatórios em qualquer estação. A grande população de estudantes de Lausanne fez do distrito de Le Flon um reduto de cultura alternativa e vida noturna intensa. Ao contrário dos outros bairros, ali tudo parece ser novo – resultado de um projeto de revitalização iniciado em 1999. Desde então, brotaram galerias de arte, lojas, salas de cinema, pubs e praças que lotam de habitantes locais, turistas e artistas de rua.

De lá, pode-se caminhar facilmente à Cidade Velha, onde os fãs de arquitetura encontram um verdadeiro portfólio de estilos a céu aberto. E aqui vale dizer que, se não quiser enfrentar o sobe e desce das colinas, o visitante pode usar o moderníssimo metrô, com nada menos que 28 estações numa área onde vivem apenas 140 mil pessoas.

Na Cidade Velha, destacam-se 46 edifícios listados como patrimônios históricos da Suíça, além da mais bem preservada igreja gótica do país. É a Catedral de Notre Dame, construída entre 1170 e 1240. Um templo que resistiu a guerras, às revoltas da Reforma Protestante e às intempéries. E menos de 10 minutos a pé dali surge o Palais de Rumine, uma obra-prima da arquitetura neorrenascentista, que abriga nada menos que cinco museus – inclusive o de Arqueologia, com objetos de mais de 2000 anos.

Mas quando o assunto é museus, não há rival para aquele localizado junto à sede do Comitê Olímpico Internacional, no distrito de Ouchy. Quem gosta de esportes sai do Museu Olímpico maravilhado, com o acervo de mais de 10 mil peças, entre troféus, medalhas, fotos, roupas e equipamentos usados por atletas nas 30 edições dos Jogos Olímpicos realizadas desde 1896.

Uma grande reforma está sendo feita desde meados de 2012 e a previsão de reinauguração é para final deste ano. Por isso, boa parte da coleção foi deslocada para o MS Helvétie, um navio histórico ancorado no Lago Léman, bem em frente ao museu.

Barcos, aliás, são o que não falta em Ouchy, e isso torna a paisagem particularmente bonita no verão. Principalmente porque a maioria deles se dedica a levar turistas por agradáveis navegações pelo Lago Léman. Caso do La Vaudoise, um veleiro cheio de glamour, construído em 1932, a bordo do qual, por 70 francos, você pode navegar até os pontos mais inspiradores das imediações. Os passeios duram, em média, três horas, e incluem degustação de vinhos e uma refeição.

Ouchy, alguns dizem, é uma espécie de “Copacabana suíça”, num nítido exagero, já que não há prédios de frente para a água, mas sim mansões, museus e restaurantes. Antigo centro pesqueiro, hoje ela vê seus calçadões beira-lago tomados por patinadores, gente sarada, skatistas e turistas dispersos pelos seus gramados.

E, para as crianças, há uma alternativa de lazer incrivelmente gostosa: os pédalos et toboggan, que podem ser alugados nos clubes públicos. Tratam-se de pequenos barcos movidos a pedal, com um escorregador de dois metros de altura adaptado. Ou seja, é possível ir aonde quiser no lago e depois brincar de escorregar lá de cima.

O local mais agradável para alugar um pédalos et toboggan é Vidy, a maior praia do lago Léman – e no estilo tropical, com areia em vez de pedriscos ou grama no chão. Para nossa alegria, há churrasqueiras públicas, campo de futebol e quadras de vôlei de praia. Por sinal, todos os anos, no verão, acontece uma etapa do circuito mundial desse esporte aqui (e os brasileiros venceram três das últimas seis edições). Uma prova de que a comparação com Copacabana não é de todo descabida.

LUCERNA – Pequena e charmosa, a cidade medieval de apenas 76 mil habitantes é um recanto cheio de paz e paisagens agradáveis. Entrou para o imaginário popular graças à lenda de Guilherme Tel, o arqueiro-herói que teria realizado muitas de suas façanhas ao sopé do Monte Pilatus, com seus 2.t128 metros de altura.

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Não se sabe se Guilherme Tel realmente existiu, mas o passado de glórias de Lucerna, este sim, é bem concreto. Basta notar a beleza da Kapellbrücke, talvez a mais notável ponte de madeira medieval do mundo. Situada sobre o Rio Reuss, foi erigida em 1333, tendo ao longo dos seus 204 metros nada menos que 112 pinturas datadas do início do século 17 – um verdadeiro tesouro artístico.

Numa das extremidades da ponte está o cartão-postal da cidade. É a Torre de Água, uma construção octogonal de madeira, chamada em alemão de Wasserturm e idealizada no século 13 para servir de fortificação contra os invasores que tentavam pilhar Lucerna vindos pelo rio.

É agradável caminhar despreocupadamente dali até as estreitas vielas do centro velho, onde despontam as torres gêmeas da Igreja de St. Leodegar, padroeiro da cidade. Original- mente construída no ano 735, a estrutura foi refeita em 1633 em estilo renascentista, com um capricho que fascina a todos.

Mais procurada do que ela, só o curioso Monumento do Leão – uma escultura feita na lateral de um desfiladeiro em Lowenplatz. A motivação do escultor Bertel Thorvaldsen foi nobre: homenagear os guardas suíços mortos na invasão do Palácio das Tulherias, em Paris, durante a Revolução Francesa, em 1792.

Todas essas atrações podem levar a crer que Lucerna vive do passado. Nada mais falso. Ela tem lugares que exalam modernidade, como o Museu dos Transportes, com seus aviões e seus recursos tecnológicos, incluindo um planetário e salas de cinema iMax – perfeitas para quem viaja com crianças.

Ou então a mais nova atração dos meses quentes: o Saphir, um iate ultramoderno que leva turistas em tempo recorde aos pontos mais bacanas do Lago Lucerna, como o sopé do Monte Pilatus ou a base do Monte Rigis. Para não falar das mansões dos ricos e famosos que moram na orla do lago. O Saphir é o que os suíços chamam de “cruzeiro panorâmico”, dotado de um sistema de audioguias em 11 línguas.

Os mais afeitos a aventuras e esforço físico podem optar pelos passeios a pé ou de bike pela natureza. Quando a neve vai embora, os arredores de Lucerna revelam 250 quilômetros de trilhas para explorar caminhando ou pedalando – algumas radicais, que conduzem aos cumes alpinos.

E mais: por 150 francos (cerca de R$ 350) você pode voltar deles voando. Sim, essa é uma das regiões mais propícias da Europa para a prática de paragliding. Há diversas operadoras locais que oferecem voos tanto para iniciantes quanto para quem já domina o pára-quedas. Uma delas, a Paragliding Luzern, tem uma opção com adrenalina de sobra: o voo partindo do alto do Monte Pilatus – algo que só pode ser realizado no verão, obviamente. É aventura demais para você? Tudo bem. Os dias quentes também podem ser de sossego.

A dica nesse caso é ir ao Lido Luzern, a praia artificial mais badalada dos arredores. Não bastasse a faixa de areia de 300 metros à beira do lago, o complexo tem piscinas, bares, restaurantes, playground para a criançada, quadras de volêi de areia, campo de futebol e, no pico da estação, aulas de esportes náuticos como vela, windsurfe e wakeboard. Tudo isso com vista para as montanhas nevadas dos Alpes. Por mais incrível (e delicioso) que pareça.

(Clique aqui para ir às atrações esportivas)

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DICAS DO PAULO – SUÍÇA

Moeda | Franco suíço (CHF) = R$ 2,26

Fuso Horário | 3h a mais em relação ao horário de Brasília.

Clima | O verão vai de junho a setembro, com máxima de 30 ºC. No inverno, de novembro a março, a mínima atinge -11 ºC, com muita neve.

Na internet | swissinfo.ch

ZURIQUE

Parque Aquático Alpamare (Pfä_ kon, s/nº, alpamare.ch) O maior parque aquático indoor da Europa tem piscina com ondas e toboáguas de vários tamanhos. De segunda a quinta, das 10h às 22h; sextas e sábados, das 10h às 23h. Domingos, das 10h às 21h. Entrada: CHF 47,30 (adultos) e CHF 38,30 (crianças de 6 a 15 anos).

Passeio em Altstadt (altstadt-zuerich.ch) As transformações de Zurique ao longo da história podem ser vistas na região do centro histórico – Altstadt, Oberdorf e Niederdorf.

Passeio de barco – Lake Zürich Navigation Company (Postfach 624, zsg.ch) Passeios de barco pelo lago de Zurique, com várias opções de roteiro. De segunda a sexta, das 8h às 17h. Preço: consulte o site.

Bar e disco Barfussbar (Stadthausquai 12, barfussbar.ch) Piscina, terraço, música ao ar livre, boas bebidas é um ótimo lugar para descansar no verão suíço. Fechado no inverno, reabre em maio.

Restaurante Bierhalle Kropf (In Gassen 16, zumkropf.ch) O clássico restaurante já deve ser visitado por sua impressionante arquitetura, mas não deixe de experimentar o Apfelstrudel.

GENEBRA

Rafting (Avenue de la Jonction ou Sentier des Saules, rafting-loisirs.ch) Oferece atividades aquáticas diversas nos rios da região. Diariamente, das 14h às 18h. Preços: consulte o site.

Praça Bourg-de-Four (Entre a rue Verdaine e rue des Chaudronniers, rue Etienne-Dumont) A praça mais antiga de Genebra tem uma fonte, cafés e sorveteria ao redor, sendo uma das mais movimentadas no verão.

Parque aquático AquaPark (Route de la Plage 122, Le Bouveret, aquaparc.ch) Parque aquático com piscinas indoor eoutdoor, toboáguas e espaços temáticos. Horários: consulte o site. Entrada: CHF 49 (adultos) e CHF 39 (crianças de 5 a 15 anos).

Passeio de barco no Lago Genebra (cgn.ch) A empresa CGN tem passeios pelo lago e leva para ver de perto o famoso chafariz Jet d’Eau, de 140 metros de altura. Horários e valores: consulte o site.

Restaurante La Coupole (Rue du Rhône 116, lacoupole.ch) Conhecido por seu ambiente descontraído, onde o público jovem vai para beber e comer aperitivos.

LAUSANNE

The Olympic Museum (Quai d’Ouchy 1, olympic.org/museum) Conta toda a história das olimpíadas da era moderna. Em fase de reforma até 2014, parte da exibição está sendo feita em um navio no lago. Diariamente, das 10h às 16h. Entrada: CHF 8.

Navio La Vaudoise (Amarração “LA Vaudoise” em frente à estação de metrô na Ouchy, lavaudoise.com) O barco de 1932 leva para conhecer as águas do Lago Léman e as belas construções de suas margens. Diariamente, saídas às 19h; sábados, saídas às 15h. Entrada: CHF 70

Hotel Starling Lausanne (Route Cantonale 31, shlausanne.com) Charmoso e acolhedor, oferece quartos com ar condicionado e wi-fi. Tem um pequeno restaurante com pratos da região. Diárias a partir de € 153, sem café da manhã.

Tribeca Restaurant (Place de la Riponne 4, tribeca-lausanne.ch) Cozinha criativa, que serve pratos suíços, acompanhados por uma rica carta de vinhos.

LUCERNA

Passeio no Iate Saphir (Werftestrasse 5, lakelucerne.ch) O moderno iate para 40 pessoas faz passeios que duram de duas horas a um dia inteiro, conforme a programação. De segunda a sexta, das 8h às 17h. Valores: consultar o site.

Praia Lucern Lido (Lidostrasse 6a, lido-luzern.ch) Espaço praiano com restaurantes, área de lazer e lugares para tomar sol. Diariamente, das 10h às 19h. Entrada: CHF 7 (adultos), CHF 4 (crianças de 6 a 16 anos).

Hotel Monopol Luzern (Pilatusstrasse 1, monopolluzern.ch) Localizado no centro, o hotel em estilo palaciano oferece quartos amplos com varanda, TV de tela plana, minibar e wi-fi. Diárias a partir de € 163, com café da manhã.

Fondue House (Eisengasse 15, fondue-house.ch) O chalé aconchegante oferece uma variedade de fondues, muitos feitos de acordo com originais da casa.

(Clique aqui para ir às atrações esportivas)

Esportes de verão na Suíça

GENEBRA

Windsurf e Wakeboard – Pode-se aprender e praticar windsurfe, esqui aquático e wakeboard na praia mais badalada de genebra.

Saiba mais: Easy Wake

 

Rafting e canoagem – Os rios suíços ficam pra lá de agitados no verão, graças ao degelo dos Alpes. Dois deles se destacam: os rios Arve e Rhone, onde a adrenalina é garantida.

Saiba mais: Rafting Loisirs 

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LAUSANNE

Museu Olímpico – O acervo tem mais de 10 mil peças, entre troféus, medalhas, fotos, roupas e equipamentos usados por atletas nas 30 edições dos Jogos Olímpicos realizadas desde 1896. Uma grande reforma está sendo feita desde meados de 2012 e a previsão de reinauguração é para final deste ano. Por isso, boa parte da coleção foi deslocada para o MS Helvétie, um navio histórico ancorado no Lago Léman, bem em frente ao museu.

Saiba mais: Museu Olímpico

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Confira um vídeo do Museu Olímpico

Vôlei de praia – Vidy é a maior praia do lago Léman – e no estilo tropical, com areia em vez de pedriscos ou grama no chão. Há churrasqueiras públicas, campo de futebol e quadras de vôlei de praia. Todos os anos, no verão, acontece uma etapa do circuito mundial desse esporte aqui (e os brasileiros venceram três das últimas seis edições).

Saiba mais: Praia de Vidy

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LUCERNA

Paraglider – Por 150 francos (cerca de R$ 350) você subir montanhas suíças e voltar delas voando. Sim, essa é uma das regiões mais propícias da Europa para a prática de paragliding. Há diversas operadoras locais que oferecem voos tanto para iniciantes quanto para quem já domina o pára-quedas. Uma delas, a Paragliding Luzern, tem uma opção com adrenalina de sobra: o voo partindo do alto do Monte Pilatus – algo que só pode ser realizado no verão, obviamente.

Saiba mais: Paragliding Luzern

Esportes náuticosA praia artificial mais badalada dos arredores é Lido Luzern. Não bastasse a faixa de areia de 300 metros à beira do lago, o complexo tem piscinas, bares, restaurantes, playground para a criançada, quadras de volêi de areia, campo de futebol e, no pico da estação, aulas de esportes náuticos como vela, windsurfe e wakeboard. Tudo isso com vista para as montanhas nevadas dos Alpes.

Saiba mais: Praia Lido  

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EM TODO O PAÍS

Ciclismo e bike turismo – Há centenas de locais para explorar de bicicleta no verão, outono e primavera da Suíça. De cidadezinhas históricas (nível fácil) a trilhas de montanha (para experts).

Saiba mais: My Switzerland

 

Futebol americano na Disney

No final deste mês, um dos maiores jogadores da NFL estará na Disney, em Orlando (EUA), ensinando o esporte para crianças e jovens

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Essa é para os fãs de futebol americano (esporte que cresce a cada dia no Brasil – tanto em número de praticantes quanto de telespectadores). Quem for à Disney, em Orlando, entre 27 e 30 de junho, poderá ver o quarterback Drew Brees, do New Orleans Saints, ensinando a garotada a lançar a bola oval. E. de quebra, ainda vai dar pra ver um minicampeonato de futebol americano na versão 7 contra 7.

O evento se chama Drew Brees Passing Academy e será realizado nos campos 7 e 9 do ESPN Wide World of Sports – um megacomplexo esportivo pertencente à Disney e localizado ao lado do Magic Kingdom.

Vale a pena ir lá, não só por isso, mas para conhecer o próprio ESPN Wide World of Sports, comer um belo hot dog à moda americana e comprar artigos esportivos e lembranças na enorme loja de suvenires.

ESPN Wide World of Sports

Entrada: US$ 16 (10 anos ou mais) ou US$ 11 (de 3 a 9 anos)

Saiba mais sobre o evento: Drew Brees Passing Academy

Etihad Airways chega ao Brasil

Se você é daqueles que tem o sonho de conhecer o parque temático Ferrari World, em Abu Dhabi, saiba que ficou mais fácil e barato. Sábado passado, a Etihad Airways, companhia aérea nacional dos Emirados Árabes Unidos, realizou seu primeiro voo direto entre São Paulo e capital daquele país.

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A passagem mais barata na classe econômica sai por US$ 2048 e serão três voos semanais (terças, quintas e sábados), decolando do Aeroporto Internacional de Guarulhos às 18h20 e chegando a Abu Dhabi 14h45 minutos depois.

O Airbus A340-500 tem 240 assentos divididos em três classes de serviço – 12 na primeira classe Diamond, 28 na classe executiva Executiva Pearl e 200 na classe econômica Coral. Vale dizer que a Etihad ganhou o World Travel Awards em 2009, 2010, 2011 e 2012.

Sobre a Etihad – A companhia aérea nacional dos Emirados Árabes Unidos começou a operar em 2003. Atende a 92 destinos pelo mundo, com uma frota de 77 aeronaves Airbus e Boeing e mais de 90 aviões encomendados, incluindo 41 Boeing 787-9 Dreamliner e 10 Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo.

Saiba maiswww.etihad.com e www.ferrariworldabudhabi.com

Uma passadinha no Real Madrid

Vai fazer conexão no aeroporto de Madri? Saiba que é possível dar uma escapadinha e conhecer o estádio e o belo museu do Real Madrid!

Por Raiam Santos*

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Acordei em Madrid por acidente. Na noite anterior havia perdido meu voo direto para Barcelona por causa de um superengarrafamento na estrada que conecta Manhattan ao aeroporto JFK, no subúrbio de Nova York. O que geralmente leva 45 minutos desde o meu apartamento no bairro East Village demorou mais de 2 horas.

Depois de quase uma hora de negociações, o agente da companhia aérea foi bonzinho e me deixou embarcar para Madrid e pegar a ponte-aérea para Barcelona à tarde. Com uma espera de quase 5 horas prevista na capital espanhola e de saco cheio de esperar em aeroportos pelo mundo (sou filho de piloto, sempre voei em stand-by com passagem sujeita a espaço e já dormi no chão de aeroporto no mínimo umas 5 vezes), resolvi explorar a cidade.

Fucei o mapa por uns minutos e decidi pegar a linha 8 do metrô (no próprio aeroporto) até o bairro de Chamartin, para dar um rolé pelo estádio do Real Madrid, o Santiago Bernabéu.

Como em qualquer cidade grande europeia (se liga aí, Guarulhos), o transporte público é extremamente rápido e eficiente. Apenas 22 minutos depois de ter pisado fora do avião, já estava na porta do estádio comprando meu ingresso para o Museu do Real Madrid.

A entrada custa 19 euros e te dá acesso à sala de troféus (onde estão guardadas todas as 9 taças da UEFA Champions League conquistadas pelos merengues), à sala de imprensa (onde o Mourinho bota culpa nos árbitros depois das derrotas), ao vestiário (onde o Cristiano Ronaldo faz a maquiagem e ajeita o cabelo), ao túnel dos jogadores (onde o Pepe começa a catimbar o adversário), e ao banco de reservas (a segunda casa do nosso Kaká nos últimos 3 anos).

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Vá cedo! – O timing foi perfeito já que o museu abria às 10h e não havia muita gente. Vale lembrar que as baladas madrilenhas começam às 2h da manhã e terminam às 6h30. Então, naquela hora, a maioria dos turistas da minha idade estava no sétimo sono.

Tive o museu inteiro basicamente só para mim. O ponto negativo de ser o primeiro visitante do dia é que não tinha ninguém para tirar foto minha com os troféus, já que os seguranças do local não eram autorizados a fazê-lo. O negócio foi esticar o braço e tirar foto de mim mesmo, como aquelas adolescentes da época do Orkut.

Queria porque queria uma foto no banco do Real Madrid com cara de reserva-triste-mal-aproveitado. Fiquei uns bons 10 minutos na beira do campo esperando algum outro turista e, para a minha surpresa, apareceu a molecada do sub17 do Corinthians, que estava jogando o Mundial Juvenil de Clubes em Torreón, nos arredores da capital espanhola.

Terminei o tour em pouco mais de 1 hora, peguei o metrô na estação Nuevos Ministerios. Vinte minutos depois já estava prestes a embarcar na ponte-aérea Madrid- Barcelona.

Moral da história: Quando você tiver voos com conexão e espera no aeroporto na Europa, não hesite! Tem muita coisa legal e rápida para fazer em hubs como Madrid, Paris, Frankfurt, Lisboa, Amsterdam e Roma.

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*Raiam Santos, 23 anos, é carioca, estudou Economia e Relações Internacionais da Wharton School of Business e jogou futebol americano do Pennsylvania Quakers.

Siga-o no Twitter , no Facebook e no Youtube.

 

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Estádio e Museu – Real Madrid

Horários: Segunda a sábado, das 10h às 19h; domingos e feriados, das 10h30 às 18h30; dias de jogos: Tours podem ser feitas até 5 horas antes do início. 
Entrada: 19 € 
Saiba mais: Real Madrid Tour 

 

Grã-Bretanha para quem ama futebol

Pensando em ir à Terra da Rainha? Então conheça as opções de lazer para quem ama futebol – dos jogos da Premier League às visitas aos museus de Manchester, Chelsea, Arsenal…

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Neste domingo, o amistoso Brasil x Inglaterra marcará a reabertura do Maracanã – se não houver mais nenhuma liminar ou ação judicial. Coisas do Brasil…

O Visit Britain – entidade oficial de turismo da Grã-Bretanha – está aproveitando a ocasião para divulgar programas bem legais para os fãs do esporte na terra natal do futebol. As atividades abrangem desde assistir a uma partida da Premier League, até percorrer o túnel dos jogadores em uma excursão por um estádio. Ou, ainda, cobrar um pênalti no Museu Nacional do Futebol, em Manchester. Confira:

Premier League – As partidas ocorrem de agosto a maio. A Thomas Cook Sport vende ingressos de nove clubes da Premier League para visitantes do exterior, incluindo Thomas Cook Sport Manchester United, Chelsea (em Londres), Everton (em Liverpool) e West Bromwich Albion (em Birmingham), entre outros.

Mas vale a pena ficar de olho também nas partidas da segunda ou terceira divisão, ou até mesmo de outras ligas como a Npower Championship League ou a Scottish Premier League. É mais fácil conseguir ingressos e a maioria dos estádios fica no centro das cidades, portanto é fácil chegar de trem. Se você ficar em cidades como Sheffield, Glasgow, Newcastle, Manchester ou Liverpool, é possível reconstituir a história de rivalidade e intriga que gira em torno dos clubes separados por poucos quilômetros de distância.

Saiba mais: www.thomascooksport.com

Visita aos clubes – Se não der para assistir a um jogo, sempre há a opção de visitar algum estádio em excursões a clubes como Tottenham Hotspurs ou Arsenal em Londres, que podem ser reservadas na loja online do VisitBritain (www.visitbritainshop.com/brasil).

No Arsenal, por exemplo, é possível conhecer os bastidores com guia em áudio (disponível em vários idiomas, inclusive português), ver onde os seus astros favoritos penduram o uniforme no vestiário, dar uma olhada no campo através do túnel, imaginar os brados da multidão de torcedores e visitar o museu. Ainda melhor é participar das excursões com lendas do futebol, nas quais o guia pode ser Charlie George (membro do time vencedor da Copa da Inglaterra de 1971) ou o capitão Kenny Sansom, vencedor da Copa da Liga de 1987.

Muitos fãs também visitam o histórico estádio de Wembley, onde, além do futebol, há concertos de música transmitidos para o mundo todo. Você pode subir os 107 degraus e fazer de conta que está recebendo o troféu do time vencedor das mãos do primeiro-ministro, sentar-se no camarote real ou na frente da mesa do técnico, para uma entrevista coletiva, como acontece no final de cada partida.

Há vários outros clubes que oferecem excursões aos estádios, como Manchester United, Bolton Wanderers, Middlesbrough, Celtic em Glasgow e o estádio Liberty em Swansea (País de Gales), sede do Swansea City FC, que acaba de entrar na Premier League. Se visitar o Celtic, confira o Museu do Futebol escocês em Hampden, cujas 14 galerias apresentam a tradição única que alimenta a paixão dos fãs ao norte da fronteira.

E, claro, há o Liverpool, que já abordamos aqui no blog.

Museu do Futebol – Se você for para Manchester, vale a pena visitar o Museu Nacional do Futebol, que se tornou um sucesso desde sua abertura no ano passado, até mesmo entre os que não são fãs de futebol.

O melhor de tudo é que a entrada é gratuita, com exceção de algumas atrações interativas. Depois de passar pelas catracas, a exposição revela a história do esporte e o motivo pelo qual o futebol tem raízes profundas na alma britânica. A Galeria da Fama celebra os maiores clubes, times e jogadores. Você pode tentar marcar um gol de pênalti e depois compartilhar seu placar com os amigos pela internet, descobrir como a mídia relata o que acontece dentro e fora do campo, assim como explorar a relação entre futebol e moda.

Saiba mais:

www.visitbritainshop.com
www.nationalfootballmuseum.com
www.scottishfootballmuseum.org.uk
www.wembleystadium.com
Acesse www.visitbritain.com/football para obter mais informações sobre como apreciar o futebol na Grã-Bretanha.

Praticando esportes em alto-mar

Paraquedismo, surfe, escalada, basquete, patinação… Já pensou em praticar tudo isso dentro de um navio de cruzeiro? A partir de 2014 será possível, nos novíssimos Quantum e Athem of the Seas, da Royal Caribbean

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A Royal Caribbean International está divulgando dois lançamentos que vão agradar em cheio quem curte viajar e praticar esportes ao mesmo tempo. São os navios Quantum e Athem of the Seas, com lançamento previsto para 2014 e 2015 respectivamente.

A classe Quantum traz atrações inéditas em alto-mar, como o simulador de paraquedismo I-Fly – um túnel de vento que faz o visitante se sentir em queda-livre, com a possibilidade fazer acrobacias e truques enquanto “flutua”.

O navio também terá pista de patinação; quadra poliesportiva, escola de circo para a criançada e piscina de ondas para surfar.

Além das atividades esportivas, os navios chegarão com novidades tecnológicas de primeira linha. É o caso do sistema North Star, um prodígio de engenharia que levará os hóspedes às alturas. Eles serão transportados em uma cápsula de vidro para um passeio a mais de 90 metros acima do mar, pelas laterais do navio, com vista de 360 graus.

Shrek a bordo – Para os pequenos, haverá o parque aquático H2O Zone, uma pista de carrinho de bate-bate como aquelas dos parques de diversão e as atividades da DreamWorks, com os personagens Shrek, Kung Fu Panda e Madagascar.

Já para os adolescentes e jovens, será possível dançar ao som da música de um DJ, que tocará em uma cabine flutuante no Music Hall. Esse espaço para apresentações e performances musicais ao vivo será palco ainda shows e festas temáticas.

Janelas virtuais – Mas e as cabines? A grande novidade é para quem quer pagar menos e ficar numa opção interna. Elas incorporaram a Varanda Virtual, uma espécie de janela “de mentirinha”, que na verdade é uma tela de alta definição oferecendo ampla vista em tempo real do oceano e das paisagens pelas quais o navio estiver passando.

O Quantum of the Seas será inaugurado em 2014, seguido por seu navio-irmão, Anthem of the Seas, em 2015. Os navios oferecerão 18 decks, com capacidade para 4.180 hóspedes em 2090 cabines.

Inicialmente, o Quantum of the Seas fará roteiros de 7 a 12 noites com embarque em Cape Liberty (NJ) nos Estados Unidos.  As reservas estarão disponíveis para os associados do programa de fidelidade Crown & Anchor Society a partir de hoje, 27 de maio, e para os demais hóspedes em 4 de junho de 2013.

Saiba mais: www.RoyalCaribbean.com/Quantum

Confira um vídeo sobre os navios: Quantum e Athem of the Seas

Irlanda do Norte radical!

Escola de surfe TK Portrush
Escola de surfe TK Portrush

Esta semana tive a chance de conversar com a ministra do turismo da Irlanda do Norte, Arlene Foster, em um evento promovido aqui em São Paulo.

Eu já sabia que se tratava de um lugar muito bacana, com castelos preservados, pontos históricos, destilarias de whisky e belas paisagens, como se pode ver no site oficial de turismo do país.

Também sabia que, em Belfast, há uma incrível exposição permanente sobre o Titanic – inaugurada em abril de 2012 e visitada por 800 mil turistas só no ano passado. E que a região está em evidência graças às filmagens de Game of Thrones.

O que me surpreendeu, porém, foi descobrir que a Irlanda do Norte está vendo atualmente um boom do surfe. Sim, você não leu errado: surfe nas águas do Atlântico Norte. A verdade é que, a despeito da temperatura da água, que não costuma passar de 18ºC, essa região do Reino Unido tem belíssimas praias (no estilo europeu, claro), com boas ondas e, nos últimos tempos, muitas escolinhas de surfe para a garotada.

Então a dica é essa: fuja do comum e, quando for às terras da Rainha, leve sua prancha. Veja algumas escolas e bases de apoio ao surfe na Irlanda do Norte:

TK Portrush Surf School 
Alive Surf School 
Long Line Surf School 
Troggs Surf School 

Saiba mais: Outdoor Northern Ireland