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Desafio da Semana

Responda o quiz baseado em fotos tiradas por mim mundo afora…
… e ganhe um brinde se for o primeiro a acertar!

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Estas fotos foram tiradas em um parque fundado no final dos anos 1940, em uma cidade que, naquela época, era completamente desconhecida. Essa cidade depois cresceu e se celebrizou. Hoje, o parque abriga mais de mil répteis, entre crocodilos, aligátores, jabutis e tartarugas.

Dica esportiva: o principal time esportivo dessa cidade teve uma temporada muito ruim em 2012-13.

Agora responda as perguntas abaixo na área de comentários!

  1. Como se chama esse parque?
  2. Em que cidade e país fica?
  3. Qual o nome do time citado acima?

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O primeiro a acertar as respostas ganha um brinde!

Poderá escolher entre:

o CD da minha banda de rock, o Tubaína,

ou o meu livro A Evolução Humana!

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Bariloche nos dias quentes!

Você sabia que a mais famosa estação de esqui argentina também é bacana de visitar nos meses quentes do ano? E o melhor é que tudo é mais barato!

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Recebi esta semana um press release do órgão de turismo de Bariloche e algo me chamou a  atenção: uma tal de campanha “Verão”. Decidi dar uma fuçada no site oficial da cidade e tive uma surpresa.

Eu até sabia que há o que fazer por lá nos dias quentes, mas não pensava que fosse tanta coisa: caiaque, raftingtrekking, parapente, passeios de barco, mountain bike, ciclourismo, pesca e até mergulho e praia – sim, é isso mesmo: praia!

O mais legal é que os preços de hotéis costumam cair até 30% na primavera e no verão.

A dica, então, é: confira no site oficial as atividades dos dias quentes e programe sua viagem de férias. Certamente uma alternativa diferente e que tem tudo para agradar.

Saiba mais: Bariloche na Primavera

Fotos: Bariloche Turismo

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Ver um jogo de beisebol: vale a pena!

Nos Estados Unidos, faça como os americanos! Confira em fotos e vídeo a experiência de ver um jogo de beisebol na Flórida

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Nada pode ser mais tipicamente americano que ver um jogo de beisebol.

Ah, você não entende nada desse esporte? E daí? Muita gente não sabe sambar nem tem ideia do que torna uma Escola de Samba campeã e mesmo assim vai à Sapucaí ver o desfile, pelo puro prazer de “mergulhar” num mundo diferente. O mesmo acontece aqui.

Ver um jogo de beisebol é muito mais do que assistir à partida em si. Confira no vídeo quanta coisa se faz antes e durante a partida. É um evento para a família e os americanos tomam isso como algo tão natural como ir passear no shopping ou ver um filme no cinema.

Esse jogo que vi foi entre Tampa Bay Rays (Florida) e New York Yankees (Nova York), dois times da Major League Baseball (MLB). Foi realizado no Tropicana Field, estádio que fica na cidade de St. Petersburg – vizinha de Tampa e a pouco mais de 1h30 de Orlando.

St. Petersburg, aliás, é uma das mais deliciosas cidades de praia dos Estados Unidos. Foi fundada por um americano que morou na Rússia (daí o nome) e é famosa, entre outras coisas, pelo Dali Museum – o maior museu dedicado ao pintor Salvador Dali fora da Europa.

Lá também acontece uma etapa da Fórmula Indy todos os anos.

Agora confira o vídeo que fiz lá e, dá próxima vez que for aos EUA, não deixe de ir a um jogo de beisebol!

O BAR DOS FÃS DE FUTEBOL AMERICANO

INDIANAPOLIS COLTS GRILLE – Indianapolis (EUA)

 

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Um dos maiores e melhores bares temáticos de esportes do mundo é parada obrigatória para quem passa pela capital da velocidade
UPDATE: Infelizmente, foi fechado no final de 2017
Mas deixo o post a título de curiosidade

Não é segredo para ninguém que eu sou um americanófilo inveterado. Viajei mais de 15 vezes à terra do Tio Sam e sempre que estou lá tento aproveitar ao máximo o que há de bom (sim, eu sei que tem muita coisa ruim também).

Pois bem, uma das grandes invenções dos estadunidenses é o “Sports Bar”. E, com toda sinceridade, nunca vi um tão majestoso quanto o Indianapolis Colts Grille.

Ele fica bem no centro da cidade, a poucos metros do Lucas oil Stadium, permitindo aos torcedores dos Colts frequentá-lo antes e depois dos jogos. Ou durante.

O lugar é gigantesco, dividido em 5 ambientes, com 66 telas de TV de até 100 polegadas cada mostrando esportes. Nas sextas e sábados, vira também uma balada, com DJ e muita música rolando nos altofalantes até as 2h da manhã.

O Indianapolis Colts Grille não é dedicado só a futebol americano. Todos os esportes são exibidos nos telões, sobretudo o automobilismo, já que fica na Capital da Velocidade, a poucos quilômetros da pista e do museu das 500 milhas, conforme você pode ver nesta reportagem.

 

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Crédito das fotos: Indianapolis Colts Grille

Obviamente, porém, os fãs da NFL são os mais frequentes por ali. O bar oferece até promoções para grupos que quiserem fazer draft de fantasy football ou outros eventos relacionados ao esporte de Andrew Luck…

Comida de primeira – Uma falha comum nos sports bars é a qualidade do menu. Pois saiba que o Colts Grille não comete esse erro. O cardápio de comidas e bebidas é muito variado e os pratos, preparados com capricho, ingredientes de primeira e tempero na medida. Há desde os tradicionais burgers até iguarias como salada de camarões (confira as fotos). Tudo por preços entre US$ 10 e 30.

Há ainda 40 tipos de cervejas, 32 rótulos de vinhos e uma infinidade de drinques, que vão dos martinis legitimamente americanos às sangrias tipicamente espanholas.

Semana que vem, haverá uma grande festa para o kickoff da temporada 2013/14 da NFL. Pena que não haja voos diretos entre o Brasil e a terra dos Colts, dos Pacers e do Indy Motor Speedway…

 

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Indianapolis Colts Grille – 110 W. Washington Street, Indianapolis, IN, EUA

  • Para crianças? Em termos. Os pequenos não podem frequentar o balcão ou andar sozinhos pelo bar
  • Romântico? Não
  • Formal? Não
  • Ambiente (de 1 a 10): 9
  • Gastronomia (de 1 a 10): 7
  • Carta de vinhos (de 1 a 10): 6 (* ver obs. no rodapé da página)
  • Hospitalidade (de 1 a 10): 9

Saba mais: www.indianapoliscoltsgrille.com

Confira um vídeo que fiz lá quando cobri o SuperBowl no começo de 2012:

* OBSERVAÇÕES:

CARTAS DE VINHOS – critério de avaliação

Eu não sou enólogo, nem sommelier. Apenas gosto de vinhos. Por isso, meu critério de avaliação é bem particular.

Toda carta começa com nota 10. E vou subtraindo pontos conforme os critérios abaixo:

  • Quantidade: 1 ponto subtraído caso tenha menos de 60 rótulos, 2 pontos subtraídos caso tenha menos de 40 rótulos
  • Abrangência: 1 ponto subtraído para cada continente não contemplado na carta.
  • Preço e taça: 1 ponto subtraído para cartas sem opção de vinho na taça e sem alternativas de preço em todas as faixas.
  • Apresentação: 1 ponto subtraído para cartas confusas; 1 ponto subtraído caso não haja sommelier ou garçom preparado.

Se você discorda ou tem uma sugestão, por favor, fale! Seu comentário será muito bem recebido.

A tirolesa que vai agitar Las Vegas

Era só o que faltava na capital do entretenimento adulto: uma zipline ligando dois prédios, do 50º ao 20º andar. Aventura de sobra para crianças e adultos!

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A ideia é genial: a primeira e única tirolesa de Las Vegas, que deve oferecer vistas deslumbrantes da Strip, a parte mais agitada e badalada da cidade. Ela será inaugurada no início de novembro, ligando duas torres do Rio All-Suite Hotel & Casino.

A atração começará no pátio do restaurante VooDoo Steakhouse, localizado no 50º andar da Torre Masquerade, e impulsionará os visitantes a velocidades de até 55 quilômetros por hora até o prédio vizinho, aterrissando no 20º andar do Ipanema Tower.

E mais: os hóspedes poderão fazer a viagem de volta ao ponto de partida viajando de costas, a 30 quilômetros por hora, graças a um mecanismo especial. O passeio repleto de adrenalina acomodará duas pessoas de uma só vez, a mais de 100 metros acima do solo, e por um percurso de 600 metros no total (ida e volta).

Além da Strip, a tirolesa proporcionará vistas panorâmicas sobre as montanhas que circundam a cidade.

Saiba mais: voodoozipline.com

Um jogo no estádio dos bucaneiros!

Ele está em 4º lugar na minha lista de 10 lugares mais marcantes do esporte. Conheça o divertido Raymond James Stadium, em Tampa, nos EUA

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Você já foi a Orlando? Pretende ir? Pois saiba que Tampa fica a pouco mais de uma hora de carro da terra do Mickey. E, na minha opinião, é um lugar imperdível.

Tampa é uma cidade deliciosa, cheia de história, tradição e charme (aguarde a reportagem que fiz sobre ela). Suas vizinhas, St. Petersburg e Clearwater, têm praias agradáveis e recantos muito bacanas para visitar – inclusive o Tropicana Field, estádio de beisebol famoso por ter um tanque cheio de arraias bem na arquibancada (nos próximos dias falarei dele aqui no blog!).

E no meio de tudo isso está aquele que eu considero o estádio mais bacana da NFL: o Raymond James Stadium, o 4º colocado na minha lista dos 10 lugares mais marcantes do esporte.

Não, ele não é tão moderno como o Metlife Stadium, de Nova York. Nem tão grandioso quanto o Cowboys Stadium, de Dallas. Mas tem muito mais personalidade que ambos.

Fui a dois jogos lá no finzinho de 2011 – Buccaneers x Colts e Buccaneers x Falcons. Num deles, fiquei na arquibancada. No outro, em um camarote para convidados da prefeitura de Tampa. Em ambos os casos, a experiência foi deliciosa.

Confira na série de 14 vídeos (cerca de 2 minutos cada) que fiz. E coloque suas dúvidas e opiniões aí embaixo, na área de comentários!

Clique “play” para ver os vídeos em sequencia:

Ou clique aqui para abrir a lista de vídeos no Youtube

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Os posts mais lidos do blog: 2º lugar!

Esta semana você acompanha uma retrospectiva dos assuntos que mais audiência tiveram aqui no blog. Aproveite e comente, pergunte e sugira!

Amigos, estou em viagem e, por isso, nesta semana você vê aqui no blog uma retrospectiva dos 7 posts mais lidos até hoje. Veja e aproveite para fazer seus comentários!

2º colocado

Meus 10 lugares marcantes do esporte

Clique e confira!

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Amanhã, o 1º colocado. Não perca!

Caprichos na terra dos cangurus

SOUTHERN OCEAN LODGE – Kangaroo Island (Australia)

Situado na bucólica Kangaroo Island, na Austrália, o Southern Ocean Lodge revela como um hotel de natureza pode ter excelência e sofisticação sem perder o charme

O nome já diz tudo: Kangaroo Island. Ou seja, a ilha dos cangurus, um dos melhores lugares do mundo para ver esses animais e outros como coalas, focas e leões marinhos. Considerada a “Galápagos da Austrália”, fica a 15 km de distância da costa, no sul do país, e tem uma área correspondente a três vezes o tamanho da cidade de São Paulo – quase inteiramente selvagem, ainda que esteja a apenas 20 minutos de voo da metrópole de Adelaide. É nesse cenário intocado que foi erguido em 2008 um dos mais luxuosos hotéis de natureza do planeta: o Southern Ocean Lodge.

E que fique claro: não se trata de um hotel boutique, muito menos de um resort. O Southern Ocean levou a sério a definição de “lodge”, um alojamento para exploradores, minimamente invasivo e, portanto, sem extensas piscinas, campos de golfe ou cassinos. Pelo contrário, a ideia é maximizar a natureza como atração principal. Por isso, o hotel “flutua” no alto de um penhasco, isolado em um trecho da costa com vistas inigualáveis do chamado Oceano Austral (a zona de confluência do Pacífico e do Índico).

Dois funcionários por hóspede – É um lugar intimista e sofisticado, com apenas 21 suítes. Todas elas estão debruçadas sobre o desfiladeiro e foram construídas com fachadas totalmente envidraçadas (sem paredes), o que permite uma visão plena da paisagem. Cada um dos aposentos tem 75 metros quadrados e oferece caprichos como chão aquecido, persianas automáticas, sala de estar com biblioteca, banheiros com vista panorâmica, wi fi, bar, produtos de beleza e higiene de marcas européias e terraço com espreguiçadeiras.

Sem falar no serviço absolutamente personalizado. Há, em média, dois funcionários por hóspede. Além de arrumarem os quartos, eles tomam providências como acender velas aromáticas de acordo com o gosto do cliente, preparar o aperitivo de sua preferência antes mesmo de o hóspede chegar ao saguão, na hora do almoço ou jantar. Ou, ainda, acionar CDs de música relaxante ao perceber que o visitante se dirige ao aposento para dormir.

 

 

Vista para o Oceano – Existem ainda suítes especiais, como a Osprey Pavilion, com hidromassagem, lareira, home theatre, laptops para uso do hóspede e 120 metros quadrados de área. Roupões, chinelos e toalhas são trocados duas vezes por dia. A vista, em qualquer ponto da suíte, é de 270º para a Baía de Hanson. Isto significa que o hóspede se sente como se estivesse sobrevoando a paisagem. É neste aposento que normalmente repousam Teri Hatcher (do seriado Desperate Housewives) e Clive Owen (dos premiados Sin City e Closer – Perto Demais).

Assim como as suítes, o restaurante oferece panorama espetacular de Hanson Bay. Mas é na gastronomia que se destaca, com a culinária australiana contemporânea, influenciada pelos temperos asiáticos e acompanhada de alguns dos melhores vinhos do mundo, produzidos ali perto, no Vale de Barossa, em Adelaide. As diárias, vale dizer, incluem cafés da manhã, almoços e jantares – estes últimos com nada menos que quatro pratos. E mais: o Southern Ocean Lodge costuma trazer chefs de fama internacional para temporadas especiais, o que adiciona ainda mais variedade à experiência.

Terapias aborígenes – Antes ou depois de ir ao restaurante, pode-se relaxar no imenso lobby – igualmente debruçado sobre o penhasco – saboreando mais de 100 tipos de bebidas. Ou, ainda, aproveitar a piscina aquecida de borda infinita, bem em frente ao restaurante. E por falar nela, é preciso ressaltar o spa muito peculiar, com produtos e terapias de rejuvenescimento influenciados pela cultura dos aborígines, os nativos que moravam na Austrália antes da colonização britânica.

Mas de nada adiantaria o conforto se o visitante não pudesse conhecer a ilha em si, O lodge oferece um menu de passeios que inclui desde piqueniques no meio de uma planície onde vivem centenas de cangurus até passeios em Seal Bay, um dos mais importantes santuários de leões marinhos do mundo, onde se pode ver os dóceis animais a dois ou três metros de distância. Uma experiência tão única quanto se poderia esperar na mais remota ilha da Austrália.

Southern Ocean Lodge – Kangaroo Island, Austrália – hospedagem em junho de 2012

  • Diárias: AUD 900 (casal)
  • Para crianças? Não
  • Romântico? Muito
  • Natureza? Sim, vistas panorâmicas, muitos animais.
  • Esporte? Pouco – trekking e pesca
  • Conforto (de 1 a 10): 9
  • Gastronomia (de 1 a 10): 8
  • Spa (de 1 a 10): 8
  • Hospitalidade (de 1 a 10): 9
  • Passeios (de 1 a 10): 8

Saba mais: www.southernoceanlodge.com.au

Os posts mais lidos do blog: 3º lugar!

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Sete pecados capitais ao viajar

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Um jogo no MetLife Stadium

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5º colocado

Vai viajar? Faça seu checklist (parte 3)

 

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6º colocado

Réveillon nos EUA com basquete e NFL

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7º colocado

Os 10 mandamentos do passageiro 

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Esqui no Colorado: um grande barato!

Cada vez mais brasileiros viajam no fim do ano para as montanhas nevadas do estado que fica no coração dos EUA. Estive lá para conferir por quê!

Adaptação da reportagem que fiz para a revista Viajar pelo Mundo – Fotos: AASKICLUB 

A procura de brasileiros pelas montanhas nevadas do Colorado aumentou tanto que, no ano passado, a American Airlines chegou a ter 17 voos por semana partindo de São Paulo e Rio para o aeroporto de Eagle (o mais próximo de Vail) ou para Denver, a capital do estado, com escalas em Miami ou Dallas.

A companhia aérea, por sinal, criou um site em português especialmente para vender pacotes para 15 estações de esqui americanas, em parceria com operadoras de turismo daqui.

As promoções incluem passagens aéreas, acomodação, traslados, seguros, tíquete para os meios de elevação na montanha e até aluguel de carro. O pacote mais em conta sai a US$ 3.200, para uma semana de diversão.

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Me and the GOAT…

Particularmente, eu gosto das estações de esqui do Colorado. Até porque ali dá para visitar Denver e conhecer as instalações e lojas dos times esportivos de lá: Denver Broncos (futebol americano), Colorado Rockies (beisebol), Colorado Avalanche (hóquei no gelo) e Denver Nuggets (basquete.

E o que o brasileiro encontra quando viaja ao Colorado? São sete estações ao todo. Mas quatro estão na mira de nossos viajantes, pela facilidade de acesso.

São elas: Vail Mountain, Beaver Creek, Breckenridge e Keystone, todas a menos de duas horas de carro de Denver. Apesar da proximidade, cada uma tem uma vocação diferente, um visual próprio e uma história peculiar.

Keystone: a mais popular

Ela fica a apenas 120 quilômetros de Denver, a capital do Colorado. Por isso, Keystone é a mais popular das estações de esqui da região, onde milhares de habitantes da metrópole fazem seu “bate-e-volta” nos fins de semana. Para agradar tanta gente, lá foi implantado o “dia mais longo do Colorado” – ou seja, as pistas ficam abertas até mesmo depois do anoitecer, graças a um poderoso sistema de iluminação.

Sobram pechinchas entre suas opções de hospedagem, sobretudo aquelas um pouco mais afastadas do centro. O confortável Silver Inn, a 8 quilômetros dali, tem diárias a partir de US$ 65. Enquanto o simpático bed & breakfast Western Skies, já quase ao lado do complexo, cobra US$ 75 por noite nos quartos mais simples.

Mas e o esqui, como é lá? Keystone tem 135 pistas, sendo 26 para iniciantes, 43 para quem já tem alguma experiência e 66 para os “craques”. Também é famosa pelo A51 Terrain Park – um dos melhores lugares para prática de snowboard dos Estados Unidos. Quem não quiser se aventurar montanha abaixo pode brincar de tubing no Adventure Point. Trata-se de uma boia que desliza pela neve. Ou, ainda, andar de trenó e praticar snowshoeing (caminhada na neve).

Prefere fazer compras? A 10 minutos de carro, surge o Outlets at Silverthorne, com 62 lojas e várias opções de lanchonetes, restaurantes e afins. Por falar em comida, anualmente acontece ali o Festival de Culinária de Keystone, onde serão servidos vinhos do mundo todo e pratos preparados com ingredientes orgânicos, por chefs convidados especialmente para a ocasião.

 

Vail Mountain: a estação gigante

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Olha eu ali no meio! (Foto: Johnny Mazilli)

No ano em que completa seu 51º aniversário, Vail esbanja variedade de pistas e boa estrutura turística. A vila de 5 mil habitantes conta com hotéis de alto padrão como o Four Seasons (veja post que fiz sobre esse hotel), Ritz-Carlton Residences e Solaris, com sua filial do restaurante Matsuhisa, do notório chef Nobu Matsuhisa.

Tem também spas, bares, baladas, lojas e outras surpresas. Imperdível, por exemplo, aproveitar a pista de patinação no gelo instalada bem no meio da vila, rodeada pelo comércio charmoso e de cara para a montanha. Ou, ainda, participar de excursões em trenós puxados por cães, pilotar snowmobiles e almoçar nas alturas, em restaurantes como o Game Creek e o The 10th, aonde só se chega pelos teleféricos.

Quem preferir pode simplesmente passear pelo bairro de Lionhsead – um verdadeiro shopping center a céu aberto. São 35 lojas de roupas, 28 de joias, bijuterias e acessórios femininos, 15 de artigos esportivos, sem contar quiosques que vendem brinquedos, suvenires, vinhos e bebidas.

Tem mais: a estação inaugurou ano passado o mais veloz meio de transporte em montanha do mundo, capaz de alcançar o cume, a 3.500 metros, em sete minutos. É uma gôndola fechada, para 10 pessoas, com mordomias como poltronas aquecidas e internet wi-fi. Ela se soma a outros 31 chairlifts e similares, o que faz de Vail a estação recordista em meios de elevação nos Estados Unidos.

Beaver Creek: pequena e chique

A 20 minutos de carro de Vail fica Beaver Creek, a área de esqui mais exclusiva dos país. Das quatro estações dessa região, é aquela que tem “cara de Europa”, destino certo de celebridades, que se dividem entre suas 148 pistas (28 fáceis, 63 intermediárias e 57 para feras do esporte). Suas atrações fora da montanha encantam. Há um rinque de patinação, spas e restaurantes elegantes, onde há festivais gastronômicos e degustações de vinhos.

Um dos mais agradáveis é o Beano’s Cabin, onde só se chega a bordo de um trator de neve (com cabine fechada e aquecida, claro). Não bastasse a vista panorâmica, ele tem música ao vivo e cozinha refi nada, comandada por Bill Greenwood, um renomado chef local.

Ficar em Beaver Creek, vale dizer, significa sair esquiando do quarto do hotel: 75% das acomodações têm acesso direto à neve, sem a necessidade de pegar elevador ou ir até vestiários e afi ns. Além disso, ali está o The Osprey, recém-eleito melhor resort de inverno dos Estados Unidos, numa votação pública promovida pela revista americana Travel + Leisure.

Famoso por ser o hotel mais próximo a um teleférico da América do Norte, ele conta com 45 acomodações e foi construído num ponto privilegiado, que garante aos hóspedes atividades como cross-country e passeios de trenó bem ao lado.

Breckenridge: repleta de história

Estações de esqui, em geral, são “criadas” em algum recanto remoto – desocupado e bom para a prática do esporte. Breckenridge foge à regra. Muito antes de o primeiro esquiador chegar, o lugar já tinha vida: era um típico vilarejo de mineradores do oeste americano, daqueles que se veem nos filmes.

Com mais de 70 prédios tombados, é o maior distrito histórico do Colorado. Ostenta ruazinhas repletas de casas antigas, tabernas que remontam ao começo do século passado e lojas de suvenires. Por sinal, as próprias minas podem ser visitadas – hoje em dia já não funcionam e são mantidas exclusivamente em função do turismo.

Breckenridge oferece alternativas de hospedagem mais simples e baratas. Há opções confortáveis como o Riverbend Lodge ou o Wedgewood Lodge com diárias a partir de US$ 100. Também existem várias escolas de esqui e snowboard por lá. Uma novidade que vai agradar as crianças é o Peak 8, um parque de diversões recém-inaugurado, onde fica a montanha russa The Gold Runner, além de rinques de patinação no gelo e do tobogã Alpine Super Rider, com 800 metros de percurso. Tudo no meio da neve, o que dá um charme todo especial ao lugar.

Não bastasse isso, Breckenridge tem ainda o maior teleférico quádruplo de alta velocidade no mundo, o Imperial Super-Chair, que leva a uma altitude de 3.914 metros. Ele é, por si só, uma atração que convida mesmo quem não esquia.

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DICAS DO PAULO

Fuso Horário: O Colorado tem três horas a menos em relação ao horário de Brasília.

Clima: Entre novembro e fevereiro, as temperaturas ficam em torno de zero grau, mas podem cair a 10 negativos com frequência.

Saiba mais: http://www.americanskiclub.com.br/

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VAIL

Sage Outdoor Adventures (641 W. Lionshead Circle, sageoutdooradventures.com) A empresa leva para passeios de snowmobile e quadriciclo na neve. Eles custam a partir de US$ 140 por pessoa, em dia e hora a combinar.

The 10th Restaurant (Montanha Vail, acesso pelo teleférico Vista Banh, vail.com) Situado no alto da montanha, tem vista panorâmica privilegiada. Diariamente, das 11h às 15h.

Lionhsead Village (bairro de Lionshead) Um verdadeiro shopping center a céu aberto com mais de 80 lojas diversas.

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BEAVER CREEK

Allegria Spa (100 E. Thomas Place, allegriaspa.com) Spa onde muitos relaxam após um dia esquiando. Terapias a partir de US$ 85. Diariamente, das 9h às 21h (é necessário agendar).

Beano’s Cabin (acesso por snowcat, que deve ser chamado pelo tel.: 970/ 754-3463, beanoscabinbeavercreek.com) Restaurante com vista panorâmica e cozinha gourmet. Diariamente, das 17h às 23h.

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KEYSTONE

Adventure Point (base da montanha Keystone, tel.: 800-354-4386, keystoneresort.com) Oferece desde passeios de snowbike (bicileta com esquis) até o tubing. A partir de US$ 33 por pessoa.

Der Fondue Chessel (base da montanha Keystone, keystoneresort.com) Restaurante de culinária suíça, serve fondues e raclettes. Diariamente, das 17h30 às 20h30.

Outlets at Silverthorne (246-V Rainbow Drive, outletsatsilverthorne.com) Outlet com dezenas de lojas de marcas famosas, que vendem ponta de estoque. Diariamente, das 10h às 20h.

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BRECKENRIDGE

Mina Country Boy (0542 French Gulch Road, countryboymine.com) Antiga mina de ouro, transformada em um museu do Velho Oeste. Aberta de segunda a sexta, com tours guiados às 11h, 12h e 13h. Entrada: US$ 23 para adultos e US$ 16 para crianças.

Ember (106 East Adams Avenue,emberbreck.com) O chef Scott Boshaw cria misturas inusitadas, como porco com molho de vodca. Diariamente, das 17h às 21h para o jantar. O bar permanece aberto até o último cliente.

Peak 8 Fun Park (Peak 8, breckenridge.com/peak-8-fun-park aspx) Tem montanha russa e tobogãs em meio à neve. De terça a domingo, das 10h às 16h. Entrada: US$ 78 para adultos e US$ 42 para crianças de até 14 anos.